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Conselho de Direitos Humanos da ONU estabelece resolução aplaudindo o ditador venezuelano Maduro

Thaís Garcia

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Imagem: picture alliance/dpa

Na Assembleia Geral das Nações Unidas, que ocorreu esta semana em Nova York, o Conselho de Direitos Humanos da ONU provou mais uma vez a sua corrupção. O Conselho votou uma resolução elogiando o ditador venezuelano Nicolás Maduro, informou o site Townhall.

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A resolução está sendo patrocinada pelo Irã e foi escrita pelo ditador Nicolás Maduro. O texto elogia os esforços do regime opressor de Maduro em direitos humanos e ataca o Ocidente.

O Irã – o maior patrocinador do terror do mundo – patrocinando uma resolução e pedindo a “não interferência” por violações de direitos humanos na Venezuela. E ainda sendo escrita pelo corrupto regime de Maduro.

O Conselho de Direitos Humanos da ONU aplaudi um ditador, que faz seu próprio povo passar fome e o força a jurar lealdade ao seu regime, antes de receber ajuda humanitária básica, incluindo alimentos e suprimentos médicos. Além disso, é um regime que impediu a ajuda humanitária internacional de entrar no país por meses.

Ao bloquear a ajuda ao povo venezuelano, Maduro comete um crime contra a humanidade. Os venezuelanos estão comendo animais de zoológico, gatos, cães e vasculhando o lixo, em busca de qualquer coisa que possam comer.

Membros do Conselho de Direitos Humanos da ONU

As 47 cadeiras do Conselho são distribuídas entre grupos regionais: 13 para a África, 13 para a Ásia, 6 para a Europa Oriental, 8 para a América Latina e Caribe, e 7 para “Europa Ocidental e outros”, que inclui a América do Norte, a Oceania e a Turquia.

Os membros atuais incluem o Brasil, Cuba, Venezuela, Arábia Saudita, Catar, Afeganistão, China, Paquistão, Bolívia, Índia, Nigéria, Países Baixos, Bélgica, Paraguai, Alemanha, Croácia, Hungria, Japão, Filipinas, Reino Unido, entre outros. O Irã e a Coreia do Norte podem falar e apresentar resoluções como Estados observadores.

Muitas organizações de defesa dos direitos humanos lamentaram que países como a China, a Venezuela, a Nigéria, o Irã e a Arábia Saudita, frequentemente criticados por desrespeito aos Direitos Humanos, tenham sido designados para fazer parte deste Conselho.

Saída dos EUA
Em 2018, os EUA anunciaram oficialmente que deixariam o Conselho de Direitos Humanos, citando a sua incapacidade de realmente condenar abusos e de sustentar os ditadores mais brutais do mundo. As autoridades americanas queriam a criação de um organismo mais forte, para denunciar as violações das liberdades.

“Não temos dúvidas de que existia uma visão nobre para este conselho. Mas hoje, precisamos ser honestos – o Conselho de Direitos Humanos é um defensor pobre dos direitos humanos. Pior ainda, o Conselho de Direitos Humanos se tornou um exercício de hipocrisia vergonhosa – com muitos dos piores abusos dos direitos humanos do mundo sendo ignorados, e alguns dos criminosos mais graves do mundo sentados no próprio conselho “, disse o Secretário de Estado, Mike Pompeo Pompeo na época.

“A única coisa pior do que um conselho que quase nada faz para proteger os direitos humanos é um conselho que cobre abusos dos direitos humanos e é, portanto, um obstáculo ao progresso e um impedimento à mudança. O Conselho dos Direitos Humanos permite abusos ao absolver os infratores por meio de silenciar e condenar falsamente aqueles que não cometeram ofensa. Um simples olhar ao redor do mundo hoje, demonstra que o conselho falhou em seus objetivos declarados”, concluiu Pompeo.

Israel
O Conselho de Direitos Humanos da ONU também tem uma agenda longa, prejudicial e infundada contra Israel. É um conselho com um viés crônico contra Israel.

De acordo com Nikki Haley, ex-embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, os Estados Unidos deixaram claro que não aceitaríamos a existência do item sete da agenda do Conselho, que trata Israel de uma maneira que nenhum outro país é tratado.

O Conselho de Direitos Humanos da ONU aprovou cinco resoluções contra Israel – mais do que o número de resoluções contra Coreia do Norte, Irã e Síria juntos. Este foco desproporcional e a hostilidade interminável a Israel são provas claras de que o Conselho é motivado por preconceitos políticos, não por direitos humanos.

Conselho prejudicial dos Direitos Humanos

Segundo Nikki Haley, quando o chamado Conselho de Direitos Humanos não consegue resolver os abusos em massa na Venezuela e no Irã, e acolhe a República Democrática do Congo como um novo membro, o conselho deixa de ser digno de seu nome.

“Esse Conselho, em fato, prejudica a causa dos direitos humanos”, concluiu a ex-embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Nikki Haley.

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Correspondente Internacional na Europa. Cristã, casada, mãe e bacharel em Relações Internacionais.

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