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Biden avança com a agenda globalista e assina três decretos para acelerar a “naturalização” de milhões de imigrantes ilegais

Thaís Garcia

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Joe Biden continua a avançar em suas tentativas de fortalecer a política ideológica que marcou sua campanha eleitoral. Ele acaba de assinar três decretos para acelerar a “naturalização” de cerca de 9 milhões de imigrantes ilegais.

A iniciativa consta de um dos três decretos que o democrata Biden assinou nesta terça-feira (2) para reverter as medidas do Governo Trump.

Biden fez da reforma da imigração uma de suas grandes promessas tanto na campanha quanto na Casa Branca, como tentou demonstrar com algumas primeiras ordens que impediram as deportações de imigrantes ilegais.

Segundo altos funcionários do governo Biden, a estratégia de Biden está centrada na premissa básica de que “os EUA é mais seguro, mais forte e mais próspero, com um sistema de imigração saudável, ordeiro e humano”.

O objetivo é que as secretarias de Estado, Justiça e Segurança Interna procedam a uma revisão do processo de naturalização para “agilizar e tornar mais acessível aos mais de 9 milhões de imigrantes”. Na mesma linha, Biden exigiu que fosse revisada a regra de cobrança pública criada por Donald Trump de negar o Green Card ou a cidadania a quem recebe algum tipo de assistência social.

A Casa Branca pediu aos imigrantes que se aproximam dos Estados Unidos pela fronteira sul atualmente que “exercitem a paciência enquanto esperam que o novo governo Biden desenvolva suas propostas para mudar um sistema” que, por enquanto, “já aguarda novos avanços, ainda permanece inalterado”.

“A situação na fronteira não mudou. Você coloca você e sua família e seus acompanhantes em perigo. Agora não é a hora de chegar à fronteira com os EUA”, disse a assessora especial da Casa Branca e coordenadora da Fronteira Sudoeste, Roberta S. Jacobson. “Nosso objetivo é restaurar a ordem e a justiça no processo de asilo, priorizando a saúde pública. Junto aos nossos parceiros construiremos um novo sistema de imigração que será justo e humano.”

Cristã e Correspondente Internacional na Europa.