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Alemanha inclui “terceiro gênero” nas certidões de nascimento

Raul Holderf Nascimento

Publicado

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Imagem: Eduard Prols | CitizenGO

A Alemanha legalizou nesta sexta-feira (14) o “terceiro gênero” nas certidões de nascimento. Agora, além das opções “masculino” ou “feminino”, é possível optar pelo termo “diverso” para certas pessoas, registra o portal Gospel Prime.

O país torou o percursor na Europa em reconhecer pessoas “intersexuais”. A decisão tomada pelo Tribunal Constitucional em 2017 foi aprovada esta semana pela Câmara dos Deputados. Na verdade, desde maio de 2013, os cidadãos alemães tinham a escolha de deixar em branco nas certidões de nascimento ou dizer “sexo não especificado”.

A ministra da Justiça alemã, Katarina Barley, vinha defendendo que a aceitação do terceiro gênero era algo que já deveria ter acontecido havia muito tempo. “Ninguém deve ser discriminado em função de sua identidade sexual”, assegurou, ao defender a modernização do Registro Civil.

Há outros países europeus encaminhando-se para oficializar o reconhecimento de um terceiro gênero, entre eles a Holanda e a Áustria. Nos Estados Unidos, alguns estados já formalizaram essa opção.

Estatísticas das Nações Unidas apontam que entre 0,05% e 1,7% da população mundial é intersexual, ou seja, apresenta algumas características biológicas femininas e outras masculinas. Contudo, quem luta pela oficialização desta terceira opção são movimentos defensores da “ideologia de gênero”. Na Alemanha, cerca de 160.000 cidadãos vinham se de declarando de “gênero indeterminado”, de acordo com o Daily Mail.

Estudante de Letras, cristão, colunista, e redator. Amo ciências políticas, sou conservador e nordestino com orgulho. Brasil acima de tudo!

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2 Comentários

2 Comments

  1. Santos

    28.12.2018 at 13:52

    Isso é tão absurdo, como se uma pessoa nascesse sem vagina ou sem pênis, nossa ruína será nossa própria imbecilidade.

  2. combatente37

    17.12.2018 at 10:40

    Como vai incluir um “Diverso” para alguém que nasce com uma Vagina ou com um Pênis? Isso é um absurdo, Essas coisas tem que ser mudadas quando adulto e não registrar a criança de algo que ela não é geneticamente. Nota Zero pra Alemanha! Isso não mostra aceitação e sim complicação.

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