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Brasil e Israel assinam novo acordo de Ciência e Tecnologia após 57 anos

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Neste último domingo, os ministros de Ciência e Tecnologia, o astronauta brasileiro Marcos Pontes e o israelense Ofir Akunis, assinaram o novo Acordo de Cooperação em Ciência e Tecnologia entre os países, na presença do Presidente da República, Jair Bolsonaro, e do Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Israel.

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Também estavam presentes o chanceler Ernesto Araújo, o ministro de Minas e Energia almirante Bento Albuquerque, o Ministro-Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência do Brasil general Augusto Heleno e a comitiva Brasil em Israel.

Este acordo tem como objetivo, fortalecer a cooperação econômica entre os países por meio de aplicações tecnológicas avançadas. Na prática, os países conduzirão pesquisas científicas e tecnológicas em conjunto, em que haverá uma troca e o fornecimento de equipamentos que favorecerão estas pesquisas.

Acordo de 1962
“O acordo vigente data de 1962 e necessitava de atualização a fim de permitir uma maior interação entre os países. A assinatura deste documento é fruto de uma grande cooperação entre as partes e é resultado de um esforço da equipe nos primeiros 3 meses do governo Bolsonaro. A importância do acordo pode ser medida pelo fato de que Israel é o país que mais investe em tecnologia do mundo, 4,3% do seu PIB, e está entre os que melhor gerenciam inovação. Essa cooperação permitirá ao Brasil se aproximar ainda mais do seleto grupo dos países que melhor aplicam a ciência, a tecnologia e a inovação na produção de potencial econômico e na melhoria da qualidade de vida para a população”, informou o ministro Marcos Pontes, neste último domingo em sua conta do Facebook.

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Relações e desenvolvimento
Neste governo, o Brasil vem estreitando suas relações internacionais de forma estratégica.

Fortes potências, como os EUA e Israel, são modelos e parceiros magistrais. E uma aproximação a estes países, é o que o país precisa para adquirir um desenvolvimento econômico, baseado no conhecimento e na tecnologia de ponta. Sem isso, o país ficará condenados à simples exportação de produtos primários.

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