Com Brasil no vermelho, fábricas da GM dão férias coletivas a milhares de trabalhadores

Cerca de 5 mil trabalhadores das fábricas das montadoras General Motors (GM) e Volkswagen, em Taubaté (SP) e São José dos Campos (SP), entraram em período de férias coletivas.

Além da falta de componentes, o cenário econômico de juros altos e inflação está pesando na decisão de interromper a produção. A onda vermelha é motivado pela desaceleração do mercado e, com isso, menos clientes estão comprando.

Além da Volkswagen e da General Motors, montadoras como Hyundai e Sellantis [que produz automóveis das marcas Fiat, Peugeot e Citröen] já começaram a dar férias coletivas desde a semana passada, conforme antecipou o Conexão Política.

A Mercedes-Benz, com fábrica em São Bernardo do Campo (SP), também dará férias coletivas a partir do próximo dia 3 de abril.

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Em relação à Volkswagen, 2 mil trabalhadores ficarão afastados, inicialmente, por dez dias. Logo depois, virá um outro período de férias coletivas, que passa a valer para 900 funcionários, que só voltarão a trabalhar depois do dia 21 de abril.

Em relação ao tempo de paralisação da DM, o esperado é que 3 mil funcionários (80%) sejam afetados. Se nada mudar, os trabalhadores devem retornar no dia 13 de abril.

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