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Só com coragem e força é possível vencer o terrorismo

Muitos falam em III Guerra Mundial, mas poucos dão importância ao que de fato está acontecendo.

Guilherme L. Campos

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Um dos efeitos do terrorismo é o de fazer com que pessoas desprevenidas e medrosas pensem que é mau negócio enfrentá-los.

É justamente aí que se separam os covardes (aqueles que permitem a expansão do terrorismo) dos corajosos (aqueles que se recusam a ceder terreno ao mal em respeito ao bem).

Após inúmeros e gravíssimos abusos do Irã contra os Estados Unidos, permitir que genocidas continuem vivos, ativos e liderando seus planos de ataques e assassinatos de inocentes, somente para evitar retaliação dos maus, é um atestado de covardia que nunca fez parte do DNA americano.

É um pacifismo nada virtuoso, é covarde e leniente, é praticamente uma associação aos maus, uma permissão e um espaço que se dá para que continuem agindo sem incomodo e sem consequências.

Donald Trump fez muito bem ao eliminar Qasam Soleimani, general líder da elite da Guarda Revolucionária Iraniana — grupo que já conta com a designação por parte dos Estados Unidos de organização terrorista.

Toda e qualquer consequência por esse ato dos americanos de tirar do mapa um dos seres mais cruéis que já passaram pela face da terra devem ser encaradas com altivez e força.

Os Estados Unidos não nasceram sob condições de pacifismo, e não é agora que a nação mais poderosa do mundo deveria recuar para o terrorismo.

Barack Hussein Obama permitiu a existência de Soleimani em detrimento da existência de muitos inocentes mortos por ele.

O que Trump fez foi optar pelo caminho contrário: que se vá Soleimani, que fiquem os inocentes que estavam em sua lista mais imediata.

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Católico, Conservador, Correspondente Internacional, Observador Político e criador do 'The Right Talking'. Atualmente vive no estado da Pensilvânia, Estados Unidos.

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