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Vereadora conservadora cobra resposta da Prefeitura de Fortaleza para uso da hidroxicloroquina como protocolo de atendimento na rede de municipal de saúde

Athos Menezes

Publicado

em

Imagem: Reprodução

A vereadora Priscila Costa (PSC) está cobrando respostas da Prefeitura de Fortaleza sobre um requerimento enviado através do seu gabinete, o qual solicita que a hidroxicloroquina seja adotada no protocolo de atendimento de toda rede de saúde municipal de Fortaleza contra a Covid-19.

“Já são 45 dias de omissão! Com o uso da hidroxicloroquina várias vidas poderiam estar sendo salvas, como está acontecendo em estados como Piauí e Paraíba. Aqui mesmo no Ceará, redes de saúde privadas já aderiram ao protocolo e até o Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos (NPDM), vinculado à Faculdade de Medicina da UFC, divulgou um estudo sugerindo e comprovando a eficácia da medicação. Mas nosso sistema público de saúde vai ficando para trás”, lamenta a parlamentar.

Por meio de ofícios, Priscila também solicitou informações importantes da Prefeitura sobre as medidas que estão sendo tomadas para o enfrentamento da Covid-19.

A parlamentar indagou sobre a quantidade de leitos de UTI na rede púbica até hoje; em quais hospitais os leitos estão disponíveis, especificando a quantidade por hospital; quantos deles foram destinados exclusivamente aos portadores de covid-19, e quantos leitos operam com verbas repassadas pelo Ministério da Saúde.

“Minha preocupação é pelo fato da falta de leito já ser um problema crônico em nossa rede, mesmo antes da COVID, onde em 2019, 3 pessoas por dia tinham que entrar com pedido na justiça para ter acesso a um leito de UTI em nosso estado”, destaca.

Priscila Costa também solicitou informações acerca da política de isolamento social rígido, suas evidências científicas e informações estratégicas em saúde que determinam a adoção do lockdown.

“Governador e prefeito têm ido a público com previsões de mortes que chegam a 70% de erro! Quero que apresentem o estudo científico que estão seguindo para decidir pela medida ‘lockdown’ que não é nem mesmo recomendada pela OMS! Números são feitos para salvar vidas e não para assustar uma população”, enfatiza Priscila Costa.

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