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“Se a facada tivesse sido fatal, Brasil teria Haddad ou Ciro como presidente”, diz Bolsonaro

Presidente lamentou a política ‘fecha-fecha’ durante a pandemia.

Raul Holderf Nascimento

Publicado

em

Marcos Corrêa | PR

O presidente Jair Bolsonaro veiculou uma mensagem nesta segunda-feira (12) nas redes sociais.

Nas publicações, ele voltou a defender o fim de medidas de isolamento social, justificando que a população está ficando desempregada e, consequentemente, a fome está voltando a crescer no país.

Ele relembrou o episódio do atentado que sofreu, em 6 de setembro de 2018, quando um ex-militante do PSOL se aproximou dele, na cidade de Juiz de Fora (MG), durante um ato eleitoral, e o feriu com uma faca na barriga. O criminoso, Adélio Bispo de Oliveira, de 40 anos, na época, foi preso em flagrante e confessou o crime.

“Nos momentos difíceis deve-se unir forças, nunca ofender exatamente aquele que pode ser decisivo nesse salvamento. Se a facada tivesse sido fatal, hoje você teria como Presidente Haddad ou Ciro. Sua liberdade, certamente, não mais existiria”, disse o presidente.

Bolsonaro criticou também o comunismo, afirmando que tais líderes são ‘protótipos de ditadores’.

“Não desagregue, some, acredite… Convença aqueles que estão ao seu lado a defender a Constituição, em especial seu art. 5°, a nossa Bandeira verde e amarela. Hoje você está tendo uma amostra do que é o comunismo e quem são os protótipos de ditadores, aqueles que decretam proibição de cultos, toque de recolher, expropriação de imóveis, restrições a deslocamentos, etc…”, continuou o presidente.

E acrescentou:

“Cada vez mais a população está ficando sem emprego, renda e meios de sobrevivência… o caos bate na porta dos brasileiros. Pergunte o que cada um de nós poderá fazer pelo Brasil e sua liberdade e … prepare-se.”

Jornalista, professor e comentarista político. Cobre os bastidores de Brasília no Conexão Política.