ver tudo
Menu Cotidiano
CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Marco Aurélio Mello diz que Câmara ‘tem que tocar’ pedidos de impeachment

Decano defendeu o rito dos processos, mas destacou que "apear um presidente do poder tem péssima repercussão".

PUBLICIDADE
Adicione o Conexão Política como sua fonte preferidaAdicione o Conexão como fonte preferida

Em entrevista ao site Metrópoles, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse que a Câmara dos Deputados “tem que tocar” os pedidos de impeachment contra o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido).

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“Observada a organicidade, tem de tocar as denúncias apresentadas. A não ser que elas sejam manifestamente improcedentes, aí se arquiva”, disse.

“Que o plenário decida, que os representantes do povo brasileiro — os deputados federais — decidam, recebendo ou não a denúncia contra o presidente da República. E que haja, posteriormente, o julgamento no Senado, pelos representantes dos estados brasileiros”, acrescentou.

Apesar disso, o decano da Suprema Corte fez questão de frisar que um possível afastamento no Palácio do Planalto pode gerar danos ao país.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsApp

“Não avançamos culturalmente quando apeamos do poder um presidente da República, a repercussão internacional é péssima. Agora, evidentemente, há de se submeter o pedido ao colegiado, é a organicidade do nosso direito. Mas o presidente foi eleito com 47 milhões de votos. Foi uma opção.”

Na entrevista, Marco Aurélio afirma que o chefe do Executivo foi eleito com 47 milhões de votos. Na verdade, Bolsonaro recebeu 57.797.847 votos, totalizando 100% das urnas apuradas.

Mais do Conexão

Veja mais

Mais lidas

  1. Cotidiano Paulo Soares morre em acidente aéreo em Santa Catarina
  2. Cotidiano Morre Rick, da dupla com Renner, aos 59 anos
  3. Cotidiano Helicóptero com cantor Rick é encontrado; não há sobreviventes
  4. Cotidiano Rio Tietê tem redução de 26,7% na carga de poluição com avanço histórico de investimentos em saneamento pela Sabesp