ver tudo
Menu Política
CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

‘Abrir inquérito das fake news foi decisão mais difícil da gestão’, diz Toffoli

PUBLICIDADE
Adicione o Conexão Política como sua fonte preferidaAdicione o Conexão como fonte preferida

O ministro Dias Toffoli afirmou nesta sexta-feira (4) que a decisão mais difícil que precisou tomar, durante seu mandato como presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), foi a abertura do inquérito das fake news.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“Foi a decisão mais difícil da minha gestão a abertura desse inquérito. Mas ali já vínhamos vivendo algo que vinha ocorrendo em outros países, o início de uma política de ódio plantada por setores que queriam e querem destruir instituições, que querem o caos”, disse Toffoli, em entrevista após um balanço de sua gestão.

O ministro, que deixa a presidência do Supremo na próxima quinta-feira (10), afirmou ser necessário combater os que “querem o caos” e acrescentou que a “história vai avaliar o papel desse inquérito na democracia do Brasil”.

O inquérito das fake news foi aberto em março do ano passado pelo próprio Toffoli, que indicou o ministro Alexandre de Moraes como relator.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Receba notícias do Conexão Política no seu WhatsAppReceba notícias do Conexão no WhatsApp

O objetivo era apurar ataques e calúnias contra ministros do Supremo e seus familiares.

A medida, considerada inconstitucional por inúmeros juristas, causou polêmica por ter sido implementada sem a participação da Procuradoria-Geral da República (PGR).

A investigação continua aberta e, ao longo do tempo, passou a ter como alvo apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

As informações são da Agência Brasil.

Mais do Conexão

Veja mais

Mais lidas

  1. Política Quaest: Vilela chega perto de 50% dos válidos e pode vencer no 1º turno em Goiás
  2. Política Único candidato de Bolsonaro ao Senado no AM aparece em 2º na Quaest
  3. Política Quaest aponta empate triplo entre Carol, Carlos e Amin em SC
  4. Política Quaest: Aziz (PSD) tem 29% e Maria do Carmo (PL) chega a 19% no Amazonas