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Os ataques de militantes esquerdistas contra a professora Ludimilla Oliveira, reitora da UFERSA

Redação

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Reprodução | Arquivo Pessoal

A reitora da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), Ludimilla Oliveira, foi novamente vítima da intolerância, não somente por militantes esquerdistas de dentro e de fora do meio acadêmico, mas também por parte de uma revista de circulação nacional.

Após o presidente da República nomear a professora para o cargo na UFERSA, deu-se início a uma sequência de ataques grotescos, sendo ela perseguida e ameaçada diariamente, com agressões em lugares públicos e até mesmo ameaças de morte.

Mas, por qual motivo estudantes universitários, alguns professores e jornalistas estão fazendo isto com uma mulher que dedica sua vida ao estudo e ao ensino? Com a nomeação da docente, a militância de esquerda perdeu os controles administrativo e financeiro da instituição, antes utilizada como palanque eleitoral para candidatos aos mais diversos cargos políticos. A agenda progressista perdeu o poder de utilizar a universidade como um “puxadinho” eleitoral, e isso está incomodando muita gente.

No momento atual, a professora Ludimilla é vítima da má-fé por parte da Revista Época. Ocorre que em razão da aproximação da colação de grau dos universitários, a reitora editou uma decisão administrativa (portaria) para disciplinar como a solenidade deveria ocorrer, ainda que de forma remota devido à pandemia, pois havia o receio de que militantes utilizassem o momento para novas agressões com palavras de baixo calão, confusão e difamação.

Nada mais natural: respeito à disciplina, à ordem e aos protocolos próprios de uma cerimônia de colação de grau, na qual um título de bacharel é conferido ao aluno que teve a honra de ser formar no ensino superior público. Todavia, para determinado grupo, nada disso importa, afinal, o momento para eles seria apenas mais um palanque político para novas tentativas de impor preferências ideológicas e partidárias aos gritos e empurrões, ofendendo a quem quer que seja.

Nada disso foi considerado. De forma imediata, a militância universitária e externa trataram de acusar a gestora da universidade de praticar uma espécie de “censura prévia”.

Confunde-se propositadamente, ou o que é pior, por incapacidade de diferenciar respeito institucional com censura. Será que é mesmo necessário agredir e ofender em uma cerimônia de colação de grau para que não haja censura? Certamente não.

Percebe-se, então, que além do movimento estudantil, até a Defensoria Pública da União (DPU), após ser provocada pelo diminuto grupo, resolveu ingressar com uma ação judicial contra a portaria expedida.

A Revista Época publicou reportagem utilizando fotos não correspondentes ao fato, depreciativas e tendenciosas. Constata-se que diversos estudantes se manifestaram contra o Diretório Central dos Estudantes (DCE), pois perceberam que por culpa deles a colação de grau teve que ser adiada, e em razão deste episódio diversos estudantes publicaram nas redes sociais a seguinte mensagem: “DCE não me representa”.

Por fim, a maioria dos mais de 13 mil estudantes da UFERSA concordam com a reitora Ludimilla sobre os padrões de respeito e civilidade em uma colação de grau. Todos estão perplexos com a possibilidade de agressões e desrespeitos serem praticados por militantes intolerantes.

Opinião

Isto prova que para certos militantes, os arroubos de indignação em razão da violência contra a mulher é seletivo. Sim, seletivo. Se a mulher não for de esquerda, pode. Mostra também que a defesa tão entusiasmada da democracia realizada por tais grupos também é seletiva, de maneira que não admitem alternar no poder, seja no governo federal ou na reitoria de uma universidade pública.

Da mesma forma, no que se refere às leis e às normas do país, pois para estes militantes se determinada norma beneficiar alguma pessoa ou grupo de direita deve ser imediatamente impugnada, anulada, cancelada, mas se a mesmíssima legislação favorecer pessoas e grupo de esquerda, aí pode.

Enfim, a conjuntura é claríssima e deveras preocupante: a única coisa que não pode é contrariar os desejos da esquerda nacional, especialmente a universitária. Aí não, aí não pode, aí vira censura.

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