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Witzel vira réu no STJ por corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro

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A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) aceitou, nesta última quinta-feira (11), a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), acusado de corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

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Por unanimidade, o prazo de afastamento do mandato foi prorrogado de 180 dias para mais um ano. Além de não retornar ao Palácio Laranjeiras, Witzel não deve manter contato com demais investigados.

A denúncia foi apresentada pelo órgão ministerial no âmbito da operação Tris In Idem, deflagrada pela Polícia Federal (PF) em agosto de 2020. A ação foi desdobramento da operação Placebo, que apura atos ilícitos em contratos públicos do Executivo fluminense.

OUTRO LADO

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Por meio das redes sociais, o político afirma que será absolvido das acusações e que tornou-se vítima de um processo de objetivos políticos.

Leia a íntegra:

“Infelizmente, o recebimento de denúncia criminal no Brasil ainda se faz com base no princípio do ‘in dúbio pro societat’, permitindo-se um processo penal duvidoso e recheado de acusações falhas. Ocorre que esses processos causam desgastes irreparáveis de imagem. Anos depois, quando são julgados improcedentes e geram absolvição, a imagem do acusado está irremediavelmente prejudicada. Este é o caso da denúncia contra mim. Pela minha experiência como magistrado, é desta forma que avalio. Farei minha defesa com a certeza de que serei absolvido. Jamais pratiquei qualquer ato ilícito na minha vida. Este é um processo meramente político contra mim.”

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