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ENADE 2017 tem questões com pautas ideológicas

Raul Holderf Nascimento

Publicado

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Imagem: Reprodução

O ENADE 2017 incluiu em suas questões, temas polêmicos que exigem posicionamento político explícito.

Desde que se tornou o principal meio de avaliação do ensino superior no Brasil, o exame tem sido alvo de denúncias por servir como doutrinação ideológica de esquerda.

Diante da polêmica a respeito, resolvemos analisar algumas questões do ENADE.

Logo de cara, é visível que a identidade civil foi alvo de contestação. Na questão discursiva 02, a proposta foi como encontrar um caminho para o indivíduo trans se identificar, à escolha.

Imagem: Conexão Política

Na prova, já na questão 06, questiona-se as manifestações contra a grande imigração haitiana, e a põe como xenófoba.

Imagem: Conexão Política

Na questão 33, a prova contesta a falta de políticas de “gênero e sexualidade” na sala de aula, para crianças.

Imagem: Conexão Política

Essas novas contestações em provas de vestibular coincidem com o surgimento do projeto Escola Sem Partido, reflexos explicativos do processo político que se passa no país

Mas afinal, o exame, é uma prova ou um discurso ideológico? Vale discordar?

Existe algo extremamente errado com um país onde a principal porta de entrada para o saber é negar o próprio conhecimento.

Até quando temáticas de “gênero e sexualidade” serão expostas por simples capricho de um grupo para doutrinar toda uma sociedade?

Ao levantar a bandeira de “gênero” num exame educacional, é o mesmo que jogar no lixo séculos de estudos biológicos.

Como explicar tais argumentações à luz da ciência? A mesma só surgiu porque a humanidade teve a necessidade de entender a realidade, e não cumprir de manipulação para servir caprichos filosóficos, ideológicos ou políticos. A ciência está pouco se importando para dogmas.

A esquerda segue adiante em sua luta contra a democracia. O MEC segue abrindo mão do conhecimento e da educação em prol da lavagem cerebral marxista.

Professor, cristão, colunista, e redator. Amo ciências políticas, sou conservador e nordestino com orgulho.

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