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Em São Paulo, presidente Bolsonaro participa da cerimônia de início das obras do 14° Colégio Militar do país

Redação

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Imagem: Eduardo Bolsonaro/ Twitter

O presidente Jair Bolsonaro participou hoje (3) da cerimônia de início das obras do Colégio Militar de São Paulo (CMSP), lançando a pedra inaugural do 14º Colégio Militar do Brasil.

Também compareceram os ministros Abraham Weintraub, da Educação, Ricardo Salles, do Meio Ambiente, o General Augusto Heleno Ribeiro Pereira, Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, os senadores Eduardo Bolsonaro e Flávio Bolsonaro. Estava presente também a atriz Regina Duarte, indicada para comandar a Secretaria Especial de Cultura.

Segundo o senador por SP, Eduardo Bolsonaro, a pedra veio do maciço de Itatiaia, mesmo local da pedra inaugural da AMAN. A obra será realizada nos 82.500 metros quadrados cedidos pela Aeronáutica no Campo de Marte.

A pedra inaugural do 14º Colégio Militar do Brasil. foto: CarolinaAntunes/PR.

Estrutura

A estrutura terá dois pavilhões de salas de aula, um para o ensino fundamental e outro para o ensino médio. Serão construídos um campo de futebol com pista de atletismo e uma arquibancada para 800 pessoas, além de parque aquático, ginásio de esportes, auditório com capacidade para 300 pessoas, salas de judô e esgrima, refeitório e pátio de formatura. A previsão é que o colégio comece a funcionar em 2023.

“O Brasil tem jeito!”

Satisfeito com a iniciação das obras do novo colégio militar, o presidente disse acreditar na mudança da educação no Brasil.

Durante a cerimônia, o presidente Jair Bolsonaro lembrou o resultado do Brasil no último ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Bolsonaro destacou que a avaliação foi feita em 2018, portanto antes de seu governo. Disse também que espera melhora do posicionamento do país na próxima avaliação que será realizada em 2021.

“O Brasil chegou a uma situação na educação que não pode ser ultrapassada por mais ninguém, porque já estamos no último lugar. E essa prova do Pisa foi realizada em 2018, antes do nosso governo. Apesar do tempo relativamente curto, com toda certeza, melhoraremos sim muitas posições para a próxima prova que será realizada em 2021. E deixo bem claro também, se deixarmos nessa prova do Pisa apenas alunos de Colégios Militares, de escolar militarizadas, por exemplo, de Goiás do governador Caiado, o Brasil estaria entre os dez do mundo”, afirmou o presidente.

O presidente fez ainda uma crítica aos governadores que não quiseram fazer parte do projeto do governo federal para escolas militares e finalizou afirmando que “a questão político-partidária não pode estar à frente de um país”.

O Sistema Colégio Militar do Brasil abrange, atualmente, um corpo discente de 15 mil jovens. São oferecidas vagas para o ensino fundamental e médio e o ingresso é feito por concurso público. Há unidades de ensino em Campo Grande, Curitiba, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Juiz de Fora (MG) e Santa Maria (RS).

Com, informações Agência Brasil e Twitter.

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