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Em discurso na ONU, Damares Alves defende democracia, família e vida desde a concepção

Miguel Gomes

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A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, discursou nesta segunda-feira (22) em uma reunião da Organização das Nações Unidas (ONU), se dirigindo ao Conselho dos Direitos Humanos da entidade.

Damares iniciou seu discurso falando sobre as dificuldades da COVID-19 e a rápida atuação do governo federal com um ‘plano de contingência’ estruturado nos eixos de saúde, proteção social e proteção econômica.

Em seguida, ela comentou a cerca da atenção empregada às pessoas em situações de maiores riscos.

“Visando atender a necessidade de idosos, pessoas em situação de rua, pessoas com deficiência, famílias em localidades urbanas vulneráveis. Além dos povos e comunidades tradicionais. Indígenas, Quilombolas e outros povos isolados, por exemplo, foram beneficiados com mais de 700 mil cestas básicas, para que se mantivessem suas comunidades longe de áreas de contaminação”, afirmou.

Além disso, Damares falou sobre o cuidado com a Amazônia e os habitantes em torno dela.

“Estamos cuidando não só da Amazônia, mas sobretudo seu povo, que hoje é um número de mais de 30 milhões de pessoas. Com o programa ‘Abrace Marajó’, por exemplo, vamos investir mais de 900 milhões de dólares até 2023. O ‘Abrace Marajó’ é o nosso novo modelo de desenvolvimento sustentável da Amazônia, com ênfase na proteção da floresta e de quem vive nela”, declarou.

Com relação aos direitos das mulheres, a ministra falou sobre investimentos feitos no ano passado.

“Na defesa dos Direitos das Mulheres, o governo brasileiro executou, em 2020, o maior orçamento para a área dos últimos 5 anos. Foi um investimento cinco vezes maior que o ano de 2018”, comentou.

Ao finalizar, Damares enfatizou que o Brasil permanece lutando pela defesa da democracia, da família e da vida.

“Para concluir, quero reiterar que o Brasil continua firme na defesa da democracia, da liberdade, da família e da vida a partir da concepção. Continuaremos a trabalhar com esse conceito na promoção dos Direitos Humanos para todos. Tanto no Brasil, quanto em qualquer lugar do mundo. Sempre lembrando que ninguém ficará para trás”, encerrou.

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