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“Bolsa Crack”: Bolsonaro deve atacar programa de Haddad em campanha de 2° turno

Raul Holderf Nascimento

Publicado

em

Imagem: Reprodução | Época

Nesta segunda-feira (8) inicia a campanha para segundo turno das eleições 2018.

Na disputa à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) disputarão a preferência do eleitor.

O plano de governo traz um ataque indireto ao seu opositor.

No segmento em que aborda suas propostas para a segurança e combate à corrupção, o programa faz cinco menções ao Foro de São Paulo — que reúne líderes de partidos e organizações da esquerda na América Latina — e diz que há relação entre a cúpula e o crescimento dos índices de criminalidade.

“Houve até ‘bolsa crack’ em cidades administradas pela esquerda, como por exemplo em São Paulo”, diz o texto publicado pela campanha de Bolsonaro.

O conteúdo refere-se ao programa “De Braços Abertos”, iniciado em janeiro de 2014 e encerrado na gestão do tucano João Doria.

O programa elaborado no governo Haddad visando atuar na Cracolândia, no centro da capital paulista, baseava-se em oferecer a dependentes de crack hospedagem em hotéis da região e emprego. O investimento da prefeitura com cada usuário era de R$ 1.320 por mês.

Jair Bolsonaro rebateu e afirmou que tal projeto foi uma completa inversão de valores.

“Agora reparou que o garoto honesto, decente, trabalhador, que tem vergonha na cara, que pede bênção para o pai antes de dormir, que acorda cedo, que estuda, não tem nada. Agora os viciados têm tudo”, disparou.

O candidato do PSL condenou o uso dos impostos pagos pelo cidadão para “dar boa vida para um vagabundo que geralmente ou dificilmente vai ser recuperado”, concluiu.

Para ele, a medida implantada por Haddad é falha. E diz que as lideranças precisam de estudo aprofundado e adequado para lidar com situações tão complexas como essas.

Professor, cristão, colunista, e redator. Amo ciências políticas, sou conservador e nordestino com orgulho.

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