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Movimento Docentes Pela Liberdade prepara livro sobre perseguições aos conservadores em universidades brasileiras

Thaís Garcia

Publicado

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Imagem: Marcelo Hermes-Lima/ Twitter

O movimento Docentes Pela Liberdade (DPL) está preparando um livro sobre as perseguições absurdas que os conservadores sofrem nas universidades brasileiras.

Nas redes sociais, o idealizador e coordenador do movimento DPL, o professor Marcelo Hermes-Lima, fez um pedido aos conservadores que são perseguidos nas universidades. Ele pede para que estes entrem em contato com o movimento e compartilhem sua história real de perseguição.

O conservador, que quiser compartilhar sua história, poderá entrar em contato com o movimento através do e-mail: [email protected]


Marcelo Hermes-Lima

Marcelo Hermes-Lima é biólogo e professor da UnB. Ele também é pesquisador na área de Cientometria e atua como colaborador da equipe do Governo Bolsonaro, a convite do General da reserva Aléssio Ribeiro Souto – um dos responsáveis pelas propostas para a educação no atual governo.

Prof. Marcelo Hermes-Lima. Foto: Júlio Minasi/Secom UnB.

DPL
Em julho deste ano, foi lançado o movimento Docentes Pela Liberdade (DPL). Atualmente, o grupo reúne mais de 700 professores, em mais de 40 universidades de 22 estados e do DF, em torno de pautas conservadoras, em defesa da liberdade de pensamento, especialmente dentro das universidades.

O movimento reúne docentes de universidades brasileiras públicas e privadas, e também está aberta para docentes e alunos de unidades de Educação Básica. Ele está ativo e presente em várias cidades, como Londrina, Brasília, Porto Alegre, Aracaju, Recife, Cuiabá, Montes Claros, Viçosa, Campinas e em alguns outros locais, como Vitória, Rio Branco, Palmas e Natal.

A ideia do grupo nasceu em maio, depois que Marcelo viu amigos escrevendo nas redes sociais que a USP era um lugar “pluralista”, mas entrar nela com uma camisa do Bolsonaro era problemático.

O compromisso do DPL é com a verdade, com o respeito às opiniões e com a valorização da família, do comércio, da liberdade de empreender e dos valores conservadores.

DPL núcleo do Mato Grosso. Foto: DPL.

Movimento oficial
Na manhã de sexta-feira de 18 de outubro, o movimento nascerá oficialmente, com a 1ª Assembleia Geral do Docentes pela Liberdade, a ser realizada em Brasília – DF. O evento é para os membros filiados ao DPL Nacional. A pauta versará sobre a aprovação do Estatuto da Associação e sobre a eleição de seus diretores.

DPL processa
O movimento Docentes Pela Liberdade também já está se organizando para processar quem os caluniar. As ações serão contra os crimes de injúria, calúnia e difamação.

“Acabou a brincadeira. Temos advogados em 15 estados e no DF”, disse o professor Marcelo Hermes em suas redes sociais.

Os professores que integram o DPL afirmam que são alvo de piadas e que sofrem ataques, menosprezo e desmazelo por parte de colegas da esquerda e até mesmo de alunos, principalmente nas áreas de Humanas. Em sua maioria, os Docentes pela Liberdade são de Humanas, mas 42% se dividem entre as áreas de Exatas e Biológicas.

Na prática, a perseguição acontece não só na forma de chacotas e fofocas, mas muitas vezes por meio de auxílios financeiros para projetos negados e artigos que deixam de ser publicados.

Dessa forma, muitos professores e alunos conservadores se sentem frustrados, discriminados e sem voz em ambientes acadêmicos.

Por isso, o movimento ganhou forma e força para lutar em prol da libertação dos professores conservadores nas universidades, buscando recuperar o direito de expressar conhecimento e opiniões em um ambiente educacional, sem sofrer com o medo constante de intimidações e boicotes.

E agora, os professores e alunos conservadores perseguidos poderão contar com a ajuda de advogados.

O patrulhamento ideológico de carácter escravizador socialista da esquerda ainda é grande nas instituições de ensino brasileira e na política. Mas com a criação do DPL, e o apoio de advogados, essa influência nas universidades e no meio político certamente diminuirá.

Fontes: Folha de Londrina e Movimento Docentes pela Liberdade.

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