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Com crise na segurança, estado do Rio Grande do Norte decreta calamidade

Raul Holderf Nascimento

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Imagem: Nuno Guimarães

Rio Grande do Norte decretou situação de calamidade devido à crise de segurança pública pelo qual passa o Estado. O ato tem validade de 180 dias, contados a partir deste sábado (6/01).

“Enquanto perdurar a situação declarada… ficam disponíveis para atendimento aos serviços necessários do sistema de segurança pública todos os bens, serviços e servidores da Administração Pública Direta ou Indireta”, diz um trecho do decreto.

O texto ainda reconhece que a “indisponibilidade e insuficiência dos agentes de segurança pública em razão da paralisação das atividades dos policiais militares e civis, acarretando insegurança e transtornos à população do Estado”.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, minimizou o decreto e disse que o Exército restabeleceu a segurança no Rio Grande do Norte. Segundo ele, “não muda nada” no trabalho que está sendo feito.

“O Estado está seguro pelo Exército. A segurança está conosco e a situação está normal”, disse.

A GLO (Operação de Garantia da Lei da Ordem) no Estado, denominada de Potiguar III, garantiu ao Rio Grande do Norte a presença de 2.800 homens do Exército desde o último dia 29. Segundo o ministro, não há previsão de aumento de efetivo.

No dia 1º, quando apresentou um balanço dos primeiros dias da operação no Estado, o ministro afirmou que a segurança proporcionada pela presença das Forças Armadas pôde ser comprovada na festa da virada do ano nas ruas.

“Nós prometemos trazer tranquilidade, trouxemos. Nós prometemos restaurar a ordem, ela está restaurada”, disse o ministro na ocasião.

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Professor, cristão, colunista, e redator. Amo ciências políticas, sou conservador e nordestino com orgulho.

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