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Após decisão de Bolsonaro sobre vacina chinesa, opositores do presidente dizem que facada de Adélio foi ‘mal dada’

Raul Holderf Nascimento

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O termo “Facada Mal Dada do Caralho” apareceu nesta quarta-feira (21) como um dos assuntos mais comentados do Twitter no Brasil.

Ao clicar no tópico, usuários contrários ao presidente Jair Bolsonaro questionavam a decisão de cancelar a intenção de compra da vacina chinesa no combate à covid-19 no país.

Inconformados com a medida, eles afirmam que a facada de Adélio Bispo, ex-filiado do PSOL que tentou contra a vida do então deputado federal Jair Bolsonaro, foi mal dada e que a investida deveria ter sido fatal.

“O brasileiro esperando mais de 7 meses por uma vacina do coronavírus, e o Bolsonaro diz que não vai comprar só porque é da China. Sério, não dá mais. Que facada mal dada do caralho! Vamos ter que chamar o cara que atirou no presidente Kennedy”, disse um internauta.

Já outra usuária, seguindo a mesma linha de raciocínio, adota o discurso ‘ódio do bem’.

Ela diz que não costuma desejar o mal das pessoas, mas no caso do presidente traz o assunto da facada à tona.

“Eu odeio desejar o mal ao próximo, mas puta que pariu, que facada mal dada do caralho”, escreveu.

O perfil dos usuários

Muitos desses perfis mencionados acima alegam defender pautas ‘humanistas’ e realizam posts na Internet pregando empatia ao próximo.

Contudo, na plataforma, os mesmos perfis seguem disparando graves ataques ao presidente da República.

Vale destacar que as redes sociais, em específico o Twitter, mencionado nesta matéria, não estão adotando nenhuma política contra esses discursos extremistas, que vão desde incitação a agressão contra opositores até pedir a morte do chefe do Executivo.

Em contrapartida, utilizando o pretexto de ‘discurso de ódio’, as plataformas digitais estão censurando abertamente conteúdos de usuários conservadores por diversos fatores, sejam eles opinativos ou não.

O silenciamento é tão grave, que até mesmo publicações em defesa do armamento civil, de manifestações religiosas e de caráter cristão estão sendo derrubadas, conforme denúncias dos próprios usuários.

O Conexão Política entrou em contato com o Twitter. Questionamos as condutas de propagação de ódio na rede social, uma vez que as diretrizes da empresa dizem não ser permitido “promover violência, atacar diretamente ou ameaçar outras pessoas com base em raça, etnia, nacionalidade, orientação sexual, sexo, identidade de gênero, religião, idade, deficiência ou doença grave”.

Além disso, a rede social também diz proibir “contas cuja finalidade principal seja incitar lesões a outros com base nessas categorias”.

No entanto, até o fechamento desta matéria, não havíamos recebido retorno.

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Professor, cristão, colunista, e redator. Amo ciências políticas, sou conservador e nordestino com orgulho.

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