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Zuckerberg prova quem manda no mundo e controla o que você pode ou não ler

Filipe Altamir

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O homem mais poderoso do mundo não é Donald Trump.

Já se passou o tempo de que o clichê que apontava um presidente norte-americano como o homem mais poderoso do mundo era algo real e válido concretamente.

Sabemos que hoje em dia o deepstate, o establishment e as big techs estão tomando um rumo cada vez mais autoritário para um mundo distópico ao estilo cyberpunk, gênero literário que retrata um universo decadente moralmente e com pleno progresso tecnológico, sendo dominado pelas grandes empresas de informação, tecnologia e por governos autocráticos em simbiose com esses conglomerados.

Mark Zuckerberg mostrou sua força autoritária e em questão de minutos silenciou o que era para ser o homem mais poderoso do mundo.

Uma autoridade de proporção e impacto mundial foi silenciada feito uma criança sendo disciplinada pelas mãos de um CEO que domina boa parte do fluxo de informações cibernéticas mediante as redes sociais do Facebook e Instagram. Num passe de mágica, Zuckberg evidenciou o seu poder autoritário de decidir o que você deve ou não ler nas redes sociais, de acordo com o que ele entende por ser “perigoso” ou “nocivo” e em congruência com a agenda globalista e progressista que ele responde.

A euforia generalizada e a convulsão social no dia 6 de janeiro, dia da certificação eleitoral por parte do Congresso, foi marcada por cenas aterradoras de autoritarismo estatal contra manifestantes eufóricos, mas que até então estavam desarmados e não causaram sequer 1% do que normalmente os movimentos de esquerda como Black Lives Matter e ANTIFA fazem nas ruas, confrontando as forças policiais com armamento genuíno, depredando e danificando patrimônio público e privado, saqueando lojas, coagindo pessoas a se manifestarem a favor e até assassinando afro-americanos, como foi o caso do policial aposentado, David Dorn.

Imagens recentemente divulgadas mostraram a verdade sobre o ataque contra uma manifestante pacífica e veterana da Força Aérea, Ashli Babbitt, que no local estava completamente desarmada e foi brutalmente assassinada com um tiro à queima roupa por um policial legislativo.

Não preciso reforçar aqui que nenhum grupo, página, ONG, figura pública ou influenciadora feminista se manifestou lamentando o ocorrido. Também não preciso lembrar da narrativa virulenta da grande mídia ao tratar um protesto que conclama por mais lisura nas apurações como se fosse uma tentativa de “golpe de Estado”, ao mesmo tempo que exaustivamente divulgam protestos extremamente violentos da esquerda como se fossem o suprassumo da pacifismo democrático.

Dois pesos, duas medidas. Esses eventos também serviram que pudéssemos testemunhar o jogo de narrativas da esquerda. A interpretação midiática e distorcida vai levantar a narrativa de que os protestos foram infundados, sem motivações razoáveis e que não passaram de manifestações “extremistas” contra a “democracia” fraudulenta de Joe Biden, “vitorioso” em uma das eleições mais controversas e com maior acervo de evidências e provas de fraudes da história dos EUA. A marca permanente desse episódio evidencia agora quem verdadeiramente manda no país e no mundo, e também é um recado muito claro para o movimento conservador mundial.

Donald Trump vencedor das eleições de 2016 foi para o establishment um acidente imprevisto de percurso, uma vez que o magnata sempre foi tratado como piada e desacreditado em todas as etapas. Mas a campanha ostensiva de difamação e assassinato de reputações não foi o suficiente para derrubá-lo e tirá-lo da Presidência.

Agora, com todo o preparo e expectativa, o establishment, deepstate e as big techs agem em conluio para interferir nas eleições, controlar o fluxo de informações e censurar uma autoridade máxima da nação mais poderosa do mundo.

Um sujeito qualquer de Havard conseguiu concentrar tanto poder que conseguiu calar a boca de um presidente de uma nação. Isso é muito preocupante.

Por sua vez, este sujeito tem nome: Mark Zuckerberg. Ele responde a uma agenda política específica e a incorpora nas diretrizes internas de uso da comunidade nas redes sociais que comanda, obtendo para si a legitimidade linguística e retórica para silenciar opositores ideológicos e políticos.

Esta é a nova realidade: aqueles que controlam a linguagem e o fluxo de informações determinam e controlam boa parte dos eventos políticos.

A população não tem mais liberdade.

Escritor formado em Direito, conservador e analista político.