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Uma promessa bíblica e o resultado das eleições

Pastor Jaaziel Marcelo

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Imagem: Divulgação | Conexão Política

“E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.” (Gênesis 12:3) 

O Deus da Bíblia é um Deus de alianças. É o seu jeito peculiar de trabalhar com o ser humano. Ele fez uma aliança com Adão no Éden, com Abraão em Ur, com Moisés no Egito, com Davi em Israel e com os patriarcas. Deus é fiel para cumprir as alianças que estabelece ainda que o homem seja incapaz de completar sua parte no combinado. Foi por este motivo que Ele enviou seu Filho ao mundo: para completar a nossa parte na aliança com todos que creem e seguem os ensinos de Jesus.

Numa destas alianças, temos a mais famosa e emblemática: a aliança que deu origem ao povo de Israel. Anteriormente firmado com um homem e sua prole, a descendência de Abraão tornou-se tão numerosa que passou a ser uma nação. Não apenas tribos de pastores nômades no deserto. Por ocasião desta aliança, Deus prometeu que iria abençoar todos aqueles que abençoassem Abraão e sua descendência. Da igual maneira iria amaldiçoar quem amaldiçoasse Israel. Deus então estabeleceu uma promessa que tem se perpetuado por gerações.

Para todos aqueles que acreditam nas Sagradas Escrituras, independentemente de confissão religiosa (católicos, evangélicos ou espíritas), quero deixar uma reflexão e um questionamento, justamente agora que estamos vivenciando, respirando (e transpirando) eleições para a casas legislativas estaduais e federais, além dos chefes executivos dos estados e para a Presidência da República: Qual a visão dos candidatos em relação a Israel?

Parece ser meio simplório, mas esta questão fez, faz e fará toda a diferença nestas eleições. Explico. Que Deus é fiel em todas as alianças por Ele estabelecidas durante toda a história da humanidade e que estão inequivocamente expressas nas páginas da Palavra Sagrada, somos unanimes em aceitar.

Então esta postura em relação à Israel torna-se essencial, importante, quase que inescapável.

Você já parou para perguntar qual a postura do seu candidato à Assembleia Legislativa, Câmara dos Deputados, Senado Federal e Presidência da República em relação ao Estado de Israel? Ainda estamos em início de campanha, eu sei. Mas já é possível analisar programas de governo, propostas, planos para a política internacional. E se o candidato em quem você está pensando em votar é publicamente contrário à existência do Estado de Israel? Ou talvez ele apoie ao BDS, nome dado ao movimento de Boicote aos produtos e serviços oriundos de Israel ou de empresas que apoiem Israel de alguma forma.

Sem dúvida, abençoar e apoiar Israel na sua luta contra os ataques terroristas que sofre quase que diuturnamente é uma atitude corajosa por parte dos políticos. Tanto brasileiros quanto de outros países. O tema divide partidos, organizações, empresas, pensadores e filósofos.

O mesmo se dá ao contrário quando um político manifesta publicamente sua afeição à Palestina e os terroristas do Hamas que dominam a Faixa de Gaza. Nesta época de eleições, os políticos brasileiros mostram sua mais famosa habilidade: a de prometer e cativar o eleitorado. Mesmo que depois de eleitos não façam nada do que prometeram. Infelizmente esta é uma característica marcante dos nossos “políticos profissionais”.

Concluo alertando que o Deus de Israel, aquele que fez as alianças do início do meu texto, tem sido fiel para cumprir tudo que prometeu para os que estabelecem uma aliança com Ele. A nossa parte como eleitores é observar, analisar e decidir. Meu candidato será abençoado ou amaldiçoado? Meu voto servirá para abençoar ou amaldiçoar? A escolha é sua. As consequências atingirão a todos. Shalom.

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2 Comentários

2 Comments

  1. Edy Roy

    23.08.2018 at 13:35

    Shalom.

  2. Messias Oliveira

    20.08.2018 at 01:16

    Bom dia.

    Tenho por certeza, que a nação de Israel foi instituída pelo próprio Deus, Criador de tudo e Senhor de todos.

    Esta benção dada ao patriarca Abraão é extensiva a toda humanidade, observado os quesitos da promessa.

    Acredito que o Brasil passa por esta turbulência política, econômica, social, segurança pública e defesa nacional, por ter se considerado contrário ao Estado de Israel. Chamando o peso da maldição sobre o Brasil.

    Mas, há uma saída: “e se o meu povo, que se chama pelo o meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” II Crônicas 7.14.

    Primeiro o povo clama ao Deus de Israel, e em seguida Deus responde, segundo a sua infinita misericórdia.

    Portanto, Deus conhece os pensamentos dos homens, e sabe se há verdade em suas intenções.

    Para isso, nos deu o livre arbitro para as escolhas. Não devemos escolher “Barrabás” da politica nacional, pois o resultado final será ainda mais catastrófico.

    Não devemos escolher aqueles que visam os interesses partidários, conhecido como balcão de negócios, e são contra o respeito a família, e contra a religiosidade. Pois, destes candidatos impera o comunismo e o socialismo.

    Devemos pedir ao Deus de Israel o discernimento para as escolhas.

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