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Scar — o comunista: entre leões, hienas e isentões

O desenho nos mostra que os isentões ao se furtarem do debate deixam espaço para que as hienas dominem.

Julliene Salviano

Publicado

em

Scar — o comunista: entre leões, hienas e isentões 21
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Neste ano, já li de tudo sobre esse assunto – desde “Simba fascista” até “Entre leões e hienas”, que são os títulos de alguns dos textos publicados.

A última da vez foi a capa de certa revista que mostrava metade leão metade Bolsonaro.

Mas está faltando falar daquele, ainda oculto, que dá o tom à narrativa.

Scar é o perfeito comunista.

Nunca um desenho (O Rei Leão) foi tão feliz numa representação.

Enquanto Mufasa buscava manter a harmonia do Reino, preparar o sucessor (Simba) e proteger o Reino das hienas, Scar só pensava em como tomar o poder para si.

“A vida não é justa, eu nunca serei Rei”, dizia o Leão vitimista com sede de poder.

Dissimulado, ele finge não respeitar as hierarquias estabelecidas apenas para sobrepor o modelo vigente e trocar o comando, se aproveitando da inocência para manipular os desavisados.

Sempre nas sombras manipulando, ele não é o rei, mas seria melhor que fosse já que é tão “respeitável” e fala sempre com educação e decoro para agradar os mais afrescurados e sensíveis.

Trabalhando com esperança, ele promete uma nova vida, dizendo que as injustiças irão acabar.

Mas deixa claro – “Não irão comer nada sem mim”. So melhor estilo comunista, ele mantém os aliados com fome, para que só “comam” através dele.

O que historicamente ocorre sempre, haja vista os famintos da Venezuela.

As hienas acham que irão matar o Rei e que os reinados acabarão. Ledo engano, pois Scar alerta que haverá um novo reinado: “Um bom camarada, que povo vai logo adorar” , e promete: “vocês que serão mais amados, façam tudo que eu tramar, pois vou distribuir prêmios caros, para amigos que estejam afim”.

Isto nos remete, facilmente, aos escânda-los de corrupção: “Mensalão”, “Petrolão” e “Lava-jato”.

“O Golpe do século, bem premeditado e calculado”, profetizou o desenho.

Ao final de “Be prepared” Scar, o Comunista é colocado no topo de uma montanha, formando com a Lua o famigerado símbolo do comunismo com as hienas bem abaixo.

O recado foi dado.

Ao assassinar o Rei, sendo o assassinato de pessoas e reputações – modos operandis natural de qualquer comunista – Scar toma o poder contando uma história triste as leoas e, claro, sendo dissimulado e fazendo discursos (sua grande arma), no qual finge tristeza pela morte do Rei assassinado por eles mesmos.

Quantos assassinatos e mortes mal explicadas ronda o comunismo e seus líderes na história?

Cai a “noite”, tudo fica cinza e sem vida no reino. Ao melhor estilo do comunismo ao tomar o poder, Scar leva a nação a bancarrota – consumindo todos os recursos de forma desenfreada, pois tudo vai perdendo a vida.

Até mesmo as suas aliadas, as hienas, começam a cobrar mais recursos, mais alimentos. Porém, a terra está totalmente devastada.

É claro que ele não assumiria a culpa pela má administração – colocando-a nas leoas (oposição).

No desenho, a dupla Timão e Pumba representam os nossos queridos isentões – que achando que se afastando e “virando as costas para o mundo”, viverão sempre alheios aos problemas vigentes.

Na mão deles, o jovem leão Simba vira um alienado da realidade, enquanto eles esquecem dos problemas, no melhor estilo “Hakuna Matata”.

A destruição avança pelo país.

Diz eles: “não fazemos mal a ninguém”. Enquanto isso… o mal domina o pedaço.

Simba, finalmente, acorda e retorna para salvar a pátria, se deparando com uma nação arrasada e com as humilhações impostas pelo comunista Scar.

O povo local reclama da fome e, como sempre acontece, apontam a necessidade de deixar o local (Imigração em massa).

Scar ameaça, insulta e provoca, mas em público condena a violência.

Apenas para ilustrar e fazer um paralelo, no Brasil defendem o desarmamento para a população, enquanto pregam a revolução armada e, ainda, falam de “uma boa pá e uma boa cova”.

O Leão comunista começa coagir com calúnias aquele que quer trazer a ordem e o progresso à nação.

Para variar, o leão salvador cai na narrativa e as hienas, que são fiéis companheiras do comunista, caem em cima de quem quer salvar o reino.

Quase tardiamente, quando percebem o mal causado pelo comunismo, finalmente, a dupla de isentões resolve entrar na briga.

Com Simba no poder, a nação volta a ser próspera. Parece um desenho infantil, mas a narrativa é um alerta.

O desenho nos mostra que os isentões ao se furtarem do debate deixam espaço para que as hienas dominem.

Portanto, se você é uma dessas pessoas, por favor, saia de cima desse muro e tome seu lugar na história.

Lembrem-se que as hienas morrem de medo dos Leões.

No Brasil e no mundo podemos ver, agora mesmo, as movimentações que estão ocorrendo para desestabilizar países bem estabelecidos.

Achar que tudo isso é apenas obra do acaso, beira a uma preocupante cegueira.

Na verdade, tudo isso é obra de um planejamento da internacional comunista, na qual faz parte o Foro de São Paulo, que reúne todos os partidos de esquerda.

Apenas um lembrete: o PSDB um dia lamentou não ter sido convidado para determinada reunião deles. Portanto, não se engane: mudam de roupa, personagem, mas por dentro continuam os mesmos vermelhos.

Antes de terminar esse texto, pergunto a revista, cuja capa traz metade leão metade Bolsonaro: essa seria uma alusão ao Simba? Personagem do desenho que salva sua nação do comunista Scar e suas hienas? Se sim, me parece bem apropriado. Aos adeptos da ideologia do Scar, estamos de olho em vocês!

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Gestora Pública, paisagista e assessora de imprensa.

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