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Imagem: Divulgação | Conexão Política

Enfim o primeiro turno das Eleições 2018 acabou.

E como esperávamos (vide meu artigo “Urnas eletrônicas“):

  • Confirmaram-se os erros dos institutos de pesquisa (que tem o histórico de favorecimento da Esquerda [1], talvez, quem sabe, pelo espaço amostral escolhido pelos funcionários, como o flagrante em frente à penitenciária… [2]);
  • Nossos ex-jornais e ex-revistas usaram e abusaram das mentiras;
  • O TSE e a PGR afirmaram que as eleições transcorreram dentro da normalidade (não me perguntem em que realidade paralela isso ocorreu…). Para quem não sabe: eles criam as regras, auditam e julgam a si próprios.

Em mais uma eleição testemunhamos a recorrência dos erros do Datafolha e IBOPE favorecendo os candidatos esquerdistas nas pesquisas que antecederam o primeiro turno. Eles novamente ratificaram a expectativa de inflação dos números do PT (em 2014 o erro chegou a mais de 10% favorecendo Dilma Roussef!) [1]. Há quem acredite em coincidência, como o Papai Noel…

Cheguei a pensar se não vemos os eleitores do PT nas carreatas e comícios que eles promovem porque estão ocupados votando nas pesquisas do IBOPE, Datafolha, VoxPopuli (cujo dono é colunista da Carta Capital),…

Há registro do IBOPE, em João Pessoa, tentar manipular a pesquisa eleitoral, com o funcionário sendo detido pela polícia, conforme reportagem televisiva. E o coordenador, do instituto, quando questionado sobre a credibilidade do instituto usou como argumento o mesmo que vemos em nossas instituições democráticas: que tem um nome. E isso é aval? [8]

É certo que pesquisas não ganham eleição, mas legitimam fraudes [3].

Como os vídeos das carreatas (até mesmo as que já não contavam mais com a presença de Jair Bolsonaro, devido ao atentado à sua vida) não permitiam que a narrativa fosse levada adiante por muito tempo sem que o descrédito fosse total (acredito que para a maioria da população isso já está se transformando em um fato), vimos, conforme a data da eleição ia se aproximando, que os índices tendiam ao que nossos olhos testemunhavam. E começaram a atribuir essa variação à justificativas frágeis de eventos fracassados contra Jair Bolsonaro, como promovido pela cantora baiana que recebeu mais de 1 milhão de “Não Gostei” no Youtube. Acredito que só os ex-jornalistas brasileiros “acreditaram” nisso e passaram a usar como argumento em suas pseudoanálises.

Com candidatos petistas ao Senado, por exemplo não tiveram esse cuidado e o tiro saiu pela culatra. Dilma Roussef e Suplicy, por exemplo, de líderes isolados, não conseguiram sequer o segundo lugar. Notem que ambos são do PT…

Compare as últimas pesquisas destes institutos com os votos obtidos por Bolsonaro e tire suas próprias conclusões.

O que testemunhamos em nossas mídias deixou há muito de ser classificados como reportagens, mas sim panfletagem ideológica de baixa qualidade, com tentativas de indução da população a acreditar que, por exemplo, com o início do horário eleitoral, quando Bolsonaro fosse exposto, sua popularidade despencaria. Ocorreu o inverso.

Os pseudojornalistas foram colocados de joelhos todas as vezes que tentaram encurralar o então candidato, Jair Bolsonaro e tornou-se histórico o vexame dos “profissionais” da rede de TV que sempre foi a formadora de opinião do povo brasileiro.

Acusaram os eleitores de Bolsonaro de serem machistas, mas eles foram os responsáveis pela eleição de Joice Hasselmann (2º lugar para a Câmara) e Janaína Paschoal (recorde de votos para a Assembléia de São Paulo). Os fatos falam por si.

Agora temos opções de jornalismo independente e de qualidade. Neste ponto eu liberaria o “Hino da Vitória” do saudoso Ayrton Senna.

Como se não bastassem os números fictícios, com vergonha do ex-jornalismo brasileiro, assistimos aos ataques mais baixos com mentiras e crimes até contra a honra do candidato da Direita.

Ainda no início da semana que sucedeu à Eleição, fiquei estupefato ao saber que uma economista que lutava por uma ditadura socialista acusar Bolsonaro de ditador e pasme, dizer que Haddad é moderado!!! Isso já ultrapassa a linha divisória da opinião e da vergonha de mentir.

Chega até a ser irônico relembrarmos a campanha de Washington Olivetto fez para um jornal de grande circulação nacional onde o foco era que se podia contar uma grande mentira apenas contando-se verdades… E eu acrescentaria que também omitindo-as, como por exemplo que a Nicarágua e a Venezuela (sozinhas) em 1 ano mataram muito mais que o Regime Militar brasileiro em 21 anos…

Pelo visto o establishment perdeu todos os parâmetros do certo e do errado depois deste período de aparelhamento, pela Esquerda, de nossas instituições democráticas, mídias, educação (em todos os níveis), cultura, etc. Não há mais limites e as máscaras começam a cair.

A presidente do TSE e outros representantes, de forma arrogante, vieram a público fazer pronunciamento dizendo que as eleições ocorreram na mais absoluta normalidade. Como costumo dizer, são nossos Jobs Tupiniquins: têm seu próprio campo de distorção da realidade.

As denúncias vieram como um tsunami pelas redes sociais [4][5][6]:

  • Policiais Militares que registraram urnas com votos já impressos;
  • Policiais Militares fazendo denúncia em Dourados;
  • Ao digitar 1 já surgia o nome do candidato do PT;
  • Inexistência do CONFIRMA para Bolsonaro;
  • Ao digitar 17 não aparecia o Bolsonaro;
  • Votação se encerrava ao chegar à opção de Presidente;
  • Boletins de urna jogados fora;
  • Tarja preta surge no lugar da foto de Bolsonaro;
  • Diversas pessoas que declararam nas redes sociais que votariam em Bolsonaro tiveram seus títulos cancelados e não puderam votar [10]
  • Pessoas presas com múltiplos títulos de eleitor;
  • Eleitores impedidos de votar porque já tinham votado por eles;
  • Mesários com camisas com a propaganda #EleNão (e ninguém os barrou, por que?);
  • Urnas sem lacre; [10]
  • Exército recebido à flechadas e vindo a descobrir um índio preso com 70 títulos para votar pelos outros eleitores;
  • Urnas eletrônicas entregues no Rio por garis, transportados em ônibus;
  • Impedimento de um fiscal, em Londres, de fazer seu trabalho na finalização da urna;
  • Problemas com processamento de votos pela urna eletrônica em Minas;
  • Urnas sem candidatos a presidente;
  • Globo relatando problemas com urnas em Sorocaba;
  • Votos de Bolsonaro não computados;
  • etc.

No mesmo dia da votação, o TSE-MG publicou uma nota dizendo que o vídeo que circulava pela internet que mostrava que, ao digitar o “1” já surgia o candidato do PT na tela da urna era falso (curioso como chegaram a essa conclusão tão rápido e sem investigar). Fui ler a nota para ver como a denúncia era desconstruída e não me espantei que a justificativa era apenas que era “fakenews”, sem nenhum argumento convincente, exceto pela fé que deveríamos depositar neles. E o mais curioso é que há diversos vídeos de partes diferentes do Brasil mostrando o mesmo problema… Santa coincidência, Batman!

Fiquei por um bom tempo pensando: “se o Estado é laico, por que devemos depositar nossa fé no que eles dizem?”

O TSE sustenta a narrativa de que são mais de 20 anos com esse sistema sem que se tenha comprovado fraudes. Ora, essa é uma afirmação capiciosa, que mais uma vez me lembra a genial campanha do Washington Olivetto. As urnas são inauditáveis (a impossibilidade de fazer RECONTAGEM DE VOTOS as tornam ILEGAIS [7]), logo não há como comprovar eventuais fraudes e nos perdemos nesse ciclo vicioso.

Algumas pessoas (no plural mesmo) desafiaram a instituição e filmaram o mesmo problema ocorrendo com diversas urnas: ao teclar 1 já surgia a imagem do candidato do PT (curioso como nesses casos o beneficiado é sempre o candidato da Esquerda, não? O Brasil deveria ser objeto de estudo por ser fonte de tantas coincidências…). Qual a chance de você escrever 1 numa folha de papel e sua caneta escrever (ou simplesmente aparecer) o 3 ao lado?

E logo fomos “lembrados” da multa de R$ 15 mil reais pelo TSE, via redes sociais… Aqui também há outro detalhe polêmico: o eleitor é proibido de registrar o seu voto, o que é obviamente aceitável, mas se o mesmo não foi feito de forma como ele deseja, o voto não se concretizou, logo, não há crime! Proibir de se registrar a prova de uma irregularidade é uma atitude ditatorial e de abuso de poder.

E eis que me surge uma curiosidade: alguém viu algum vídeo de urna prejudicando Haddad? Eu não vi nem um sequer. Curioso, não?

Como bem lembrou a equipe do Terça Livre, ao entrevistar José Carlos Sepúlveda, “todas as vezes que o TSE é questionado sobre a segurança nas urnas, dizem que os problemas já foram resolvidos. Mas que problemas foram resolvidos se sempre afirmaram que eram seguras?” Algo me diz que as acusações que fazemos agora serão justificadas com o mesmo argumento no futuro… E se foram resolvidas, alguém viu o relatório? Onde fica a transparência? [10]

Colocar presidente como última opção na ordem de votação deve ter sido apenas mais uma coincidência…

E o Governo, ao invés de “investigar” os indícios de fraudes (com inúmeras provas) preferiu ameaçar quem denunciou! É de uma arrogância inacreditável! Imagine se o PT for eleito! E o Ministro Jungmann, cometeu três crimes com sua ameaça: prevaricação, crime de ameaça e constrangimento ilegal [9]. É o rabo abanando o cachorro.

Note também que a vice do candidato do PT é comunista. Ele responde a mais de 30 processos na Justiça, logo, não é difícil que a vice assuma o poder e tenhamos um governo comunista (agora de forma explícita) caso eles ganhem. Lembrem que isso já aconteceu diversas vezes no Brasil: Floriano Peixoto, Nilo Peçanha, Delfim Moreira, Café Filho, João Goulart, José Sarney, Itamar Franco e Michel Temer.

Depende apenas de nós, de nossa fiscalização e pressão, para que nossa bandeira jamais seja vermelha! Não podemos deixar como legado para a próxima geração que o crime compensa, como há tempos vêm fazendo o PT, seus acólitos e partidos cúmplices.

Mas para a presidente do TSE e a Procuradora Geral da República, estava tudo dentro da expectativa. Resta saber de quem, pois do povo brasileiro, certamente não.

Em meio a todo esse turbilhão, ao menos tivemos um pequeno alento: 46 alvos da Lava Jato não conseguiram se eleger. Mas ainda é cedo para se comemorar, pois existem as Secretarias (Estaduais) para abrigá-los com fôro!

Assim que o segundo turno se for, é preciso que arregacemos as mangas e pressionemos pelo combo prisão em 2ª instância e o fim do fôro privilegiado, caso contrário, apesar de um passo importante, este terá sido em vão.

Enfim, não nos esqueçamos: São João Batista morreu porque quiseram calá-lo, para que não dissesse a verdade, mas ela permanece até hoje entre nós.

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Gab
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[1] Datafolha e Ibope erraram a favor do PT e contra a oposição em todas as últimas eleições
[2] Flagrante: Datafolha faz pesquisa na porta de penitenciária
[3] IBOPE – 03Ago2018
[4] Eleições 2018
[5] Enxurrada de denúncias de fraude eleitoral inunda redes sociais
[6] Cidadão alagoano abre B. O. por fraude eleitoral
[7] O mito da urna
[8] Manipulação de pesquisas eleitorais
[9] Filósofo Olavo de Carvalho desmascara Raul Jungmann
[10] Boletim da Manhã – Fraudes nas urnas, o que acontecerá?

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7 Comentários

  1. Respondo, PT, E CIA, estes sas sempre beneficiados pelos. “erros” nas urnas, o povo realmente trabalhador nao suporta mais este ninho de cobras que é o STF, STJ E STE

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