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ARTIGO | #PrayForTheWorld

A humanidade caminha para o abismo

Julliene Salviano

Publicado

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Getty Images

A cada tragédia que ocorre em algum lugar do planeta nos mobilizamos nas redes sociais com #PrayFor… Desta vez, devemos nos mobilizar pelo nosso mundo que enfrenta uma turbulência generalizada. Devemos realmente rezar, diariamente, pelo mundo e por seus governantes. Tudo isso a fim de que a luz vença as trevas. Seja qual for a sua crença, todos os agentes do bem devem se unir.

Já faz algum tempo que diariamente vemos notícias estarrecedoras que ultrapassam o limite do absurdo. E o que fazemos? Pouco, quase nada ou nada. Apenas seguimos com nossas vidas fingindo indiferença enquanto tais absurdos nos afetam intimamente.

Sim, o mundo já atravessou vários momentos terríveis, é provável que os humanos que viviam naquele momento tenham imaginado que era fim. O fim do mundo de fato nunca ocorreu, ocorreram o fim de impérios, de civilizações, de estilos de vida… E, em muitos desses “fins”, o mundo regrediu e submergiu em trevas.

Manipulação

Muitos caminham cegos, manipulados pela teia midiática, mas basta parar, observar os fatos e a linha do tempo.

O ano de 2020, que caminha para o fim, foi marcado pelo medo. Utilizaram uma doença, que é uma infecção leve controlada e tratada em casa, de alto contágio, porém baixa mortalidade*, para controlar todas as pessoas do mundo, retirar-lhes a liberdade, a dignidade, destruir-lhes os sonhos, subjugá-las, jogá-las na miséria e principalmente para afetar o psiquismo. Os sonhos dos poderosos de qualquer tempo sempre foi o de controlar as mentes, e isso não mudou.

(* Obviamente, como qualquer doença, a covid-19 tem seus casos mais graves).

Regras complemente insanas, sem nenhuma base científica, foram impostas. Várias nações do mundo estão indo na contramão do que a ciência vem demonstrando, tudo pelo poder coercitivo do estado, em que o povo, o real interessado nisso tudo, não pode nem opinar. “É para o seu bem”, dizem eles, porém ninguém foi consultado para saber se deseja essa proteção dos semideuses estatais. A política do isolamento já se provou um fracasso sanitário e econômico, mas governantes insistem em medidas como toque de recolher e lockdown, como se fossem dogmas.

A população alemã seguiu o nazismo porque eles aplicaram literalmente os seguintes elementos:

– medo;
– um inimigo comum;
– a promessa de um paraíso;
– um líder absoluto, que sabe o caminho e é capaz de realizar a mudança.

Alguma semelhança?

No caso atual:

– medo da morte;
– o inimigo é o vírus;
– o paraíso é um mundo livre da doença;
– cada local tem seu protótipo de líder, são tantos semideuses que não será possível enumerar.

Ocorre que este ano surgiu uma ideologia totalitária disfarçada, o confinamentismo. Não existe nenhum consenso científico que o confinamento tenha reduzidos as mortes, pelo contrário. Alguns países que não adotaram o confinamento chegaram a ter mortalidade inferior a 0,06%. Isso para não falar dos suicídios e das mortes causadas por interrupções em tratamentos.

A questão nunca foi a doença ou a vida, mas sim a necessidade de controlar todos os aspectos da vida humana. No fundo, não passa de fanatismo, com uma visão unidimensional da vida em que tudo gira entorno da prevenção à doença, sem considerar que raça humana dominou o planeta por ser a que mais se adaptou às condições da Terra e a que melhor evoluiu, o que resultou no aperfeiçoamento do nosso sistema. O contato entre humanos reforça o sistema imunológico.

Em entrevista ao America Daily Report, o Dr. Shiva Ayyadurai (médico graduado pelo MIT, PHD em engenharia biológica) acusou os establishments científico e farmacêutico de um conluio total. “De maneira alguma é sobre a vida das pessoas”, disse ele.

Segundo o médico, a indústria sempre se baseou em culpar um vírus ou uma bactéria, quando o problema era na verdade a deficiência de alguma vitamina. “O corpo humano é um ecossistema de vírus (380 trilhões) e bactérias (60 trilhões), a realidade é que o sistema imunológico sempre lida bem com isso, a não ser que esteja fragilizado ou deficiente”, ressaltou. Então, segundo ele, a questão seria apenas reforçar o sistema imunológico.

Porém, os senhores que servem ao establishment não falam nada sobre as vitaminas e sobre reforçar o sistema imunológico. Talvez porque a solução através de vitaminas representa uma ameaça à vacina deles, assim como as vitaminas C4 são uma ameaça aos ventiladores. É assim que funciona a indústria farmacêutica, não lhes interessa soluções fáceis e baratas, apenas soluções que envolvam vacinas e grandes intervenções químicas agressivas, o que representa lucro para as grandes companhias farmacêuticas.

“Os ventiladores podem causar mais danos do que o vírus, quando isso poderia ser tratado com altas doses de vitaminas C4. Cerca de 80% das pessoas que utilizam ventiladores morrem”, afirma o Dr. Shiva.

Segundo ele, o isolamento social é uma receita para fragilizar as pessoas. Isolar as pessoas é pior que prejuízos causados por obesidade, cigarro e problemas cardíacos. O isolamento social causa up-regulation (aumento na resposta celular) de componentes inflamatórios do corpo e dow-regulation (diminuição na resposta celular) de componentes antivirais. Basicamente, o lockdown potencializa as pessoas para uma infecção por vírus através do stress causado pelo isolamento, ou seja, além de causar deficiência de vitamina D, ocasiona outro agravante. “Deveríamos apenas reforçar o sistema imunológico”, defende o médico.

O que temos observado é uma ação estratégica para essencialmente destruir a economia e utilizar isso como veículo para impor não apenas vacinas, mas também impedir a oportunidade de contraditório e destruir a liberdade individual, como uma forma de limitar o que as pessoas podem fazer. Ele ainda faz um alerta dizendo que é o modelo de governo totalitário chinês que está sendo propagado.

Por fim, a covid-19 foi e ainda está sendo utilizada como meio para experimentos sociais, econômicos e psíquicos, além de implementação de agendas.

A agenda

A crise da covid-19 nos mostrou que os nossos velhos sistemas não são mais adequados para o século XXI. Ele revelou a falta fundamental de coesão social, justiça, inclusão e igualdade. Resumindo, precisamos de um grande reset“, disse o presidente do Fórum Econômico Mundial de Davos ao anunciar o tema anual para 2021: “The Great Reset”.

O termo “Great Reset” pode ser encontrado em um documento publicado pela ONU em 2015, a polêmica Agenda 2030, cujo tema é um mundo sustentável, definido por eles como um mundo de igualdade social, igualdade de gênero, vacina para todos, através da OMS e da CEPI.

A CEPI (Coalizão para Inovações de Preparação para Epidemias) foi lançada em 2017 pelo Fórum Econômico Mundial, juntamente com a Fundação Bill e Melinda Gates. Em 2015, Bill Gates subiu ao palco de uma conferência TED em Vancouver e alertou: “Se alguma coisa for capaz de matar mais de 10 milhões de pessoas nas próximas décadas, é provável que seja um vírus altamente infeccioso, e não uma guerra”, disse à plateia.

Eles apelam para uma reorganização da riqueza mundial, um “capitalismo sustentável”, com o crescimento econômico, agricultura, energias, cidades e industrialização sustentáveis. Essa mudança precisaria ser apoiada por um processo de digitalização global, permitida pelo 5G. Assim, o sistema financeiro seria transferido para a nuvem e administrado por bancos centrais e empresas privadas capazes de cunhar suas próprias criptomoedas.

As pessoas que estão apresentando o “reset” são as mesmas que criaram o problema. O objetivo das grandes corporações financeiras é estrangular a economia atual e, em seguida, apropriá-la com preços ridiculamente baixos. O verdadeiro poder que governa todo o planeta Terra, mantendo as pessoas dominadas e os governos sob controle, é o poder financeiro. Tal agenda inclui o projeto da quarta revolução industrial que inclui a biotecnologia de edição de genes, a telecomunicação do 5G e a inteligência artificial.

Essa grande reconfiguração não parece ser uma resposta ao alcance de todos, e sim uma solução imposta por uma elite que quer apenas defender seus próprios interesses. Após o desmantelamento do sistema industrial e da digitalização dos serviços, emerge uma massa de perdedores.

Interessante notar que a pandemia com suas políticas de lockdown e medo favorece esse “grande reset”, impondo a todos uma mudança drástica com a remoção do trabalho, permitindo o avanço digital e bloqueando o deslocamento das pessoas.

A agenda globalista impõe inúmeras mudanças, e a covid-19 está servindo de instrumento para acelerá-la; haverá uma onda de falimentos nunca vista antes, desemprego em massa, congelamento da produção, fome, motins e revoltas estourarão pelo mundo todo, os lockdowns levaram a economia mundial ao colapso, dando origem à crise econômica mais grave da história. A dívida pública mundial aumentará para níveis nunca vistos, transferindo o controle de nações inteiras a essa elite.

Essa agenda tem uma finalidade precisa: formar uma sociedade de duas classes composta pela elite dominante e por uma multidão de pobres, dando fim à classe média (estrangulada pela crise); médias e pequenas empresas seguirão o mesmo destino, dando espaço para a existência absoluta das grandes corporações que terão todo o mercado em suas mãos.

Esse é exatamente o objetivo designado pelo Clube de Roma (The Club Of Roma), grupo globalista fundado e financiado por David Rockfeller, em 1972. Ocorre que com a falta de empregos as massas não terão alternativa a não ser aceitarem as esmolas do governo para sobreviver.

O globalismo avança, e com ele o ataque final da Nova Ordem Mundial, que começa a mostrar sua verdadeira face. Embaixo da máscara desse falso humanitarismo se esconde uma crueldade desumana na forma de totalitarismo.

Perseguição

Cristãos estão sendo perseguidos, desrespeitados e assassinados. Semanalmente uma igreja é queimada em algum lugar do mundo. Na França, um professor foi decapitado, três pessoas brutalmente esfaqueadas dentro de uma igreja, inclusive uma delas foi decapitada. Mas não são só os cristãos, há poucos dias uma sinagoga sofreu um atentado em Viena.

Em 2018, o estado do Vaticano fez um acordo misterioso com a China, no intuito de ajudar os católicos no país (15 milhões de pessoas). Porém, as perseguições aos cristãos só pioraram. Recentemente soubemos que o governo local mudou o teor do evangelho de João, em que na versão comunista Jesus não só apedreja a mulher adultera, como se enfurece ao ponto de matá-la, uma inversão incompleta e inaceitável. O texto é encontrado em um livro didático. O tal acordo não foi capaz nem de assegurar a manutenção do teor das escrituras. Não vamos nos esquecer da imagem de Cristo pregado na foice e no martelo, um presente do então presidente da Bolívia, Evo Morales, ao papa Francisco.

É inaceitável, seja qual for o credo, alguém querer impô-lo a outrem. Não adianta tentar buscar justificativas no passado, continua sendo inaceitável independentemente do que este ou aquele possa ter feito séculos atrás. Liberdade de credo e de pensamento são essenciais para a vida humana.

Eleição 

Para concluir o ano, o mundo assiste atônito a manipulação e o desvio das eleições americanas que estão sendo fraudadas à luz do dia. Tal atitude só demonstra o desespero em que se encontram aqueles que estão do outro lado da trincheira, pois não conseguem esperar para fazer as coisas de forma mais disfarçada. Antecipadamente a mídia declarou vitória para Biden, mas o resultado oficial só conheceremos dia 14/12. Lembrando que ocorrerão recontagem de votos e decisões judiciais por conta das suspeitas de fraudes.

Temos também a interferência da China na soberania de vários países, comprando políticos para impor seus interesses e, claro, comprando também locais e empresas estratégicas.

Por fim, temos o chanceler iraniano, Mohammad Javad Zarif, que iniciou uma viagem pela América Latina para propiciar uma ofensiva diplomática a fim de fortalecer sua posição de influência junto a seus aliados latino-americanos. Recentemente o Irã firmou um pacto de cooperação com a China.

No tabuleiro de xadrez mundial as peças se movimentam. Se o Ocidente fosse um Império, o imperador já estaria mobilizando a tropa!

Nossas origens

Era uma vez uma grande nação chamada Roma, que apesar de não mais existir seu legado é o Ocidente em que vivemos. Nas veias de cada ocidental corre o sangue de um guerreiro romano sempre pronto para defender seus valores e sua liberdade.

“Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.” — Efésios 6:11/12

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Gestora Pública, paisagista e assessora de imprensa.

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