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“Página virada”, graças a Deus!

“Página virada, um abraço, Rodrigo Maia. O Brasil está acima de todos”, disse o presidente.

Frederico Martins

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Divulgação | Conexão Política

Há uma esperança e ansiedade natural em torno do Governo de Jair Bolsonaro, para que haja uma verdadeira ruptura com a ideologia de esquerda que tanto prejudicou o Brasil por mais de 15 anos.

Diante dessa ansiedade, toda e qualquer ação do governo é extremamente repisada (quase sempre de forma negativa) por todos os veículos de imprensa a todo o momento, gerando um desgaste natural.

Passando ao tema que deu origem o artigo, vamos ao que interessa.

O dia de ontem (28/03/2019) não poderia ter começado de maneira melhor quando em uma entrevista o Presidente Jair Bolsonaro ao comentar o atrito com a Câmara, disse: “página virada”, algo que no mínimo conforta grande parte dos quase 58 milhões de brasileiros que lhe conferiram o voto de confiança na expectativa, dentre outros, de amenizar a crise fiscal.

O momento fiscal que o Brasil atravessa não permite crises de vaidade entre ministros, deputados e senadores.

Aliás, o Brasil não tem tempo para qualquer outra coisa a não ser uma pacificação urgente.

É a pacificação que nos levará a unir forças em torno das prioridades do governo.

Demonizar a articulação política não é a solução.

Demonizar a classe política muito menos.

Aliás, demonizar qualquer situação nesse momento é ir à contramão da dita pacificação que o País exige.

Os deputados e senadores precisam entender e ser convencidos que após a reforma da previdência, torna-se salutar a aprovação da reforma tributária/fiscal, bem como a revisão do pacto federativo. E demonizá-los não me parece ser a melhor forma de convencê-los.

No tocante a pacificação, é preciso entender, de uma vez por todas que para o Brasil conseguir atenuar o índice de 12 milhões de desempregados.

É necessário aprovar as reformas para que assim o déficit fiscal seja reduzido e assim as empresas voltem ao Brasil, trazendo novamente os empregos que foram perdidos.

A pauta reformista não pode de jeito nenhum esmorecer e por esse motivo.

Retornando ao título do presente artigo, a frase “página virada” pode ter sido a mais importante desde o início do Governo Bolsonaro.

Quanto as críticas ao governo Bolsonaro, estas existem e basicamente são consequências da prejudicada articulação política realizada pelo Ministro Onyx, que parece carregar um fardo maior do que sua estrutura comporta — bastando analisar os elogios que o Ministro Paulo Guedes recebeu dos deputados quando o ministro da Casa Civil estava em viagem oficial, cabendo a Guedes esse diálogo com os parlamentares.

Esmorecendo as reformas, perderemos o Paulo Guedes.

Perdendo o Guedes, perdemos a economia.

Perdendo a economia, entregaremos o Brasil ao PT na próxima eleição.

Não é isso que eu quero.

Acredito que não é isso o que você que está lendo quer.

Fica a reflexão.

Que viremos a página!

Frederico Martins é estrategista em formação de campanhas políticas e de gestão de mandatos. Formado em direito, tendo atuado por grandes escritórios de advocacia, atualmente exerce a função de assessor parlamentar na Alerj.

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1 Comentário

1 Comentário

  1. Alberto de Araujo

    29.03.2019 at 18:50

    O óbvio ululante que o governo desprezou.Se tornou página virada, é motivo de comemorar,como se fosse título de campeão mundial de futebol.Os sete a um foram esses dias de brigas de galo em rinhas.Deixou estragos. O país parou para assistir uma briga de torcidas organizadas. A nação brasileira cabisbaixa sofreu vendo a sua família se engalfinharem.Uma disputa de egos.Todos perderam.Como sempre, as maiores vítimas foram o povo brasileiro, através do tempo consumido jogado na latrina.A saída da fossa deixada pelos petistas, ficou adiada.Tempo perdido que não tem recuperação.Em nosso país as lições não são aprendidas.O tempo passa e o destino das lições é o lixo.

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