Oposição petista na Câmara de SP e as quiméricas faces do esquerdismo

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Acompanhamos no dia de hoje, na câmara municipal de São Paulo, mais um carnavalesco anteâmbulo do show de aberrações que o movimento revolucionário pretende aparatosamente exibir Brasil afora nos próximos 4 anos. Durante toda a sessão que votou por mais de 5 horas – em consequência de tumulto interno também petista, diga-se – o projeto de reforma da previdência, um verdadeiro abarracamento sindical manteve-se em frente a GCM com a intenção de alvoroçar o sufrágio e desferir o maior número possível de aviltamentos e xingarias contra os representantes da direita, em especial o deputado Fernando Holiday.

Observando a imponente tolice kafkiana da massa de alienados presentes na atração temática de hoje pudemos contemplar o velho e bom clássico da incoerência esquerdista: depredar o patrimônio público para defender o patrimônio público; muretas da rua em frente à Câmara foram destruídas para que os pedaços de cimento fossem utilizados como munição de ódio do bem contra a edificação. Além do costumeiro paradoxo progressista de providenciar o pandemônio para evitar a anarquia, também pudemos verificar a expressa jacobice na defesa da pluralidade de pensamentos através de disparos contra o gabinete do deputado Holiday.

Com a grande mídia completamente submissa à pauta esquerdista, jamais encontraremos nas matrimoniadas páginas dos veículos dominantes, tão pouco nos canais dos YouTubers janotas de camisas com o focinho do Che Guevara, a indignação geral pela tentativa de assassinato de um deputado negro, gay e de direita; no máximo, encontraremos uma chamada de segunda categoria em site globalista transmutando a hostilidade em ‘protesto’.

Em um único evento, o movimento revolucionário petista conseguiu obliterar de uma vez para quem quisesse ver – e para quem não quisesse também – todas as suas munições oposicionistas tumultuando o exercício da democracia em uma casa pública, depredando o patrimônio do povo e tentando agredir verbalmente e fisicamente, segundo sua própria lógica, um deputado que representa duas classes desfavorecidas na sociedade. Vale ressaltar ainda que houve agressão – essa efetiva, dentro das dependências da Câmara de São Paulo, à outros membros do MBL que faziam presença durante a votação do projeto, proporcionando realmente uma demonstração vigorosa da defesa pela liberdade de pensamento.

Assim como a monstruosa besta da Ilíada, o movimento revolucionário escancara suas quiméricas faces, que juntas não fazem sentido algum, são incongruentes, e que por sua incompatibilidade com o factível e com o exequível não podem resultar em nada menos do que homéricas catástrofes e tragédias.

Antes que manifestem-se os cretinos defensores do indefensável, vos digo: vocês não podem nos explicar o que estamos sofrendo, isso é marxplaining.

“O segredo para evitar o sofrimento do corpo é não permitir que o espírito torne-se prisioneiro de uma mente atrofiada”

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