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O Eixo do Mal

O deputado federal Marco Feliciano, 47, estreia hoje (8) a sua coluna no Conexão Política.

Marco Feliciano

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Divulgação | Conexão Política

Estreio minha coluna semanal aqui no Conexão Política comentando a bizarra ordem do condenado Lula, para que o PT crie núcleos evangélicos com a finalidade de atrair eleitores dessa fatia social.

Como pastor evangélico há 25 anos e deputado federal eleito desde 2010 por esse segmento, penso que tenho um alerta a fazer.

Devemos acabar com o mito que existem comunistas/socialistas cristãos.

Afinal, ou bem se é comunista, ou bem se é cristão, pois socialismo e religião são conceitos filosóficos que se excluem mutuamente.

Explico: o socialismo – enquanto doutrina política orientadora dos partidos de esquerda –, foi elaborado pelos filósofos alemães Karl Marx e Friedrich Engels como uma situação político-social transitória entre o capitalismo e o comunismo, e pugnavam abertamente a necessidade do fim das religiões para que tal objetivo fosse atingido.

São de Marx frases célebres do ateísmo militante como “a religião é o ópio do povo” e “a abolição da religião enquanto felicidade ilusória dos homens é a exigência da sua felicidade real”.

Não menos contundente foi o maior líder socialista de todos os tempos.

Vladimir Lenin, que bradou: “Deus é o inimigo pessoal da sociedade comunista!”.

Para não deixar dúvidas que ele estava falando sério, Lenin não apenas fez constar na Constituição da União Soviética a perda dos direitos políticos dos sacerdotes de todas as religiões (não podiam votar e nem ser votados), como iniciou a primeira grande perseguição aos cristãos em solo soviético.

A carnificina durou décadas, e teve como saldo 12 milhões de cristãos assassinados por suas convicções religiosas —  o dobro dos 6 milhões de judeus mortos no holocausto nazista.

Além disso, outros 40 milhões de cristãos foram caçados vivos nos regimes comunistas da China, Vietnã, Camboja, e Coreia do Norte.

Contudo, para o perigo dos cristãos, ao contrário do nazismo (cuja apologia é proibida no Brasil pela Lei 7.716/89), a doutrina leninista-marxista é o fundamento filosófico e de ação partidária do PT, PCdoB, PSOL, e PSTU, aquilo que eu costumo chamar do Eixo do Mal.

E não digam que são diferentes de sua matriz soviética, pois quando governaram o Brasil, de um lado tentaram destruir a Igreja evangélica impondo obrigações inexequíveis e multas milionárias por meio da Receita Federal, e de outro tentaram destruir a família brasileira ensinando sexo vulgar e a maldita ideologia de gênero para nossos filhos em sala de aula.

Foi um momento em que tudo parecia perdido e a hegemonia socialista era tida como absoluta.

Tendo como política de Estado um distributivismo irresponsável que depois levou o Brasil à bancarrota, o PT e seus asseclas tinham comprado a consciência de quase toda a nação: para o pobre, o bolsa família; para o remediado, o PROUNI e o vale-cultura; para o rico, o “bolsa-empresário” dos empréstimos milionários do BNDES.

Mas ainda havia alguns que eles não conseguiram comprar…

Foi justamente nessa toada que nos rebelamos em 2013 — quando por um milagre consegui ser eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, que até então tradicional reduto do marxismo cultural. Ao lado do então deputado Jair Bolsonaro, lançamos as bases do atual movimento conservador brasileiro, lutando diariamente contra o Eixo do Mal e sua ideologia de ódio e luta de classes.

A luta foi renhida, e 5 anos depois resultou na conquista da Presidência da República pelo nosso líder Jair Bolsonaro, como um prenúncio que dias melhores tinham finalmente chegado para a família e para as igrejas evangélicas brasileiras.

Contudo, o preço da paz é a eterna vigilância, como bem nos mostra a desfaçatez do PT querer criar núcleos evangélicos para a cooptação política dos crentes.

O Eixo do Mal pode até tentar fazer com que esqueçamos que saquearam e quebraram o Brasil, mas jamais conseguirá que olvidemos o sangue dos milhões de mártires cristãos que foram vítimas do socialismo.

Não à toa a grande base se sustentação social do bolsonarismo é de matiz evangélica, um povo ordeiro e trabalhador de sentimento profundamente pacífico e conservador.

Sabemos quem são nossos amigos, e dos nossos inimigos também temos consciência.

Cristão que votar no Eixo do Mal na urna eletrônica está apertando o gatilho da arma que está apontada para si mesmo.

Abaixo o Eixo do Mal!

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Pastor evangélico, deputado federal e Vice-líder do Governo Bolsonaro no Congresso Nacional.

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