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O dia depois de amanhã

Alexandre Lacerda

Publicado

em

Imagem: Zanone Fraissat | Folhapress

Não será fácil. Por mais que vençamos, tal feito precisa ser o início de uma força motriz capaz de modificar drasticamente um conceito de nação.

O Brasil permanece esfacelado. Evitemos a ideia de que, com um estalo, ao pó voltaremos. Carecemos de uma constante.

A união demonstrada durante todo o processo eleitoral, em torno de um racionalismo político que pode render bons frutos num futuro próximo, de nada valerá, em caso de acomodação geral.

Conquistamos os indecisos de outrora, o apoio de bancadas e até a famosa governabilidade.

O escolhido para nos representar pode, sim, aprovar reformas que melhorem, dentro em breve, diversas questões no âmbito da segurança pública, por exemplo.

Deve privatizar e conceder eficiência, autonomia e liberdade ao setor de serviços. Pode e precisa cortar gastos e reacender a economia.

A nossa responsabilidade não é somente de colher os benefícios de uma escolha acertada, mas nos dotarmos de uma visão comunitáriA em prol do coletivo. Precisamos fiscalizar os poderes, mas tomar para nós a capacidade de resolver mazelas.

Desde a calçada suja ao Palácio do Planalto, devemos ter atitudes condizentes com os valores dos quais nos orgulhamos defender.

Façamos uma grande festa para nos lembramos de como chegamos até aqui, mas fujamos da ressaca dantesca.

O seu destino chegou e é hora de lidar com ele.

Política de um jeito irreverente. Jornalista e contestador.

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