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COLUNA: Novas e velhas canalhices da esquerda americana

Carlos Júnior

Publicado

em

Stan Honda / AFP / O Globo

A diferença entre o que sai na mídia e o que acontece de fato é descomunal. Além da transformação radical sofrida pelo jornalismo nos últimos 60 anos – em que mudar o mundo é mais importante do que noticiar o que se passa nele – e do baixo nível dos jornalistas da grande mídia, tem-se o fato de as principais empresas de comunicação no mundo estarem nas mãos de oito ou nove grandes grupos. Isso gera a uniformidade gigantesca na forma e no conteúdo vistos na imprensa.

Se vocês acham ser possível acompanhar corretamente as eleições americanas ouvindo um Guga Chacra ou um Marcelo Lins, tirem seus cavalinhos da chuva. Como bons representantes da grande mídia – principalmente da brasileira – que são, os dois fazem parte da torcida organizada do Partido Democrata. Não por acaso a emissora dessas duas figuras repete fielmente as notícias do The New York Times e do The Washington Post, o suprassumo do esquerdismo americano. Basear o julgamento de uma coisa apenas por um lado é precisamente o que faz o beautiful people da imprensa brasileira.

Como eu tenho compromisso com a verdade – e este Conexão Política também – e procuro veicular as notícias sobre a política americana que a grande mídia varre para debaixo do tapete, trago aqui um apanhado das canalhices da esquerda americana dos últimos dias. E não é pouca coisa.

A primeira das falcatruas recentes foi a tentativa por parte dos democratas de dar status de estado ao distrito de Washington. Inicialmente não parece nada demais, só que a intenção em criar um estado do nada é dar mais deputados e senadores ao Partido Democrata, pois o distrito é um reduto azul. Ora, criar artificialmente um estado contraria a própria noção histórica e cultural do mesmo, pois os EUA são uma federação onde as partes se unem para formar o todo e não o contrário. Não há justificativa para tal ato a não ser a busca pelo poder absoluto – marca registrada dos democratas.

A segunda partiu de Nancy Pelosi, a líder da maioria democrata na Câmara. Essa senhora megalomaníaca – a mesma que quis obrigar o país inteiro a usar máscara enquanto ela caminha pelas ruas e vai ao salão de beleza sem uma – ameaçou o presidente Donald Trump de impeachment caso ele nomeasse para a Suprema Corte uma sucessora da juíza Ruth Bader Ginsburg, que morreu recentemente. Sim, Crazy Pelosi quer destituir o presidente dos EUA por ele exercer um direito constitucionalmente delegado a ele. A minoria republicana já está trabalhando para tentar retirá-la do cargo de presidente da Câmara. O medo de uma sólida maioria conservadora e originalista na Suprema Corte é grande demais para Pelosi e os democratas raciocinarem alguma vez na vida.

O Obamagate – escândalo no qual o governo Obama supostamente espionou ilegalmente a campanha de Donald Trump em 2016 – também faz parte das picaretagens democratas. Atualmente, o caso está sob investigação do Comitê de Segurança Interna do Senado americano, casa de maioria republicana. Na última movimentação sobre o Obamagate, o comitê aprovou intimações de figurinhas carimbadas da administração Obama e dos serviços de inteligência americanos supostamente envolvidos na trama. Como já disse anteriormente, o Obamagate pode ser a bala de prata contra os democratas, e Trump terá nas mãos a chance que George W. Bush teve – e não aproveitou – de provar a índole criminosa do Partido Democrata.

Por último e não menos importante, as denúncias de fraude eleitoral a beneficiarem os democratas estão abundando por todo o país. Em Minnesota, o Project Veritas lançou um vídeo contendo evidências de coletas de votos ilegais em favor da deputada democrata Ilhan Omar – aquela maluca de extrema esquerda que pediu a destruição dos EUA. Caso semelhante aconteceu no Texas, em uma denúncia que envolve o diretor da campanha de Joe Biden no mesmo estado. O Conexão Política já tinha noticiado que no estado de Wisconsin algumas cédulas eleitorais contendo votos para Donald Trump foram descartadas e jogadas em uma vala. Os republicanos temem que os democratas venham a fraudar a eleição de todos os modos possíveis, e esse medo parece mais real do que nunca. A mentalidade revolucionária desconhece qualquer freio moral para o alcance de seus objetivos, pois o que vale é a revolução – seja lá como for.

Esperar o que do partido de George Soros, o homem que quer destruir a soberania nacional americana e a instauração de um governo mundial? Esperar o que do partido que teve como presidente um bandidinho chinfrim que foi eleito com documentos claramente falsos? Esperar o que do partido que estimula em discursos e até mesmo financeiramente os arruaceiros antifas do BLM?

Como vocês podem ver, o Partido Democrata é o suprassumo da corrupção e da trapaça. Mais alguns anos e eles sairão dos noticiários políticos e estarão nas páginas policiais.

Mas se os democratas são criminosos a tal ponto, como Donald Trump não tem 70% nas pesquisas eleitorais? É sempre bom lembrar o seguinte fato: o Partido Democrata controla quase todo o país. A mídia americana não passa de extensão do DNC há muito tempo. As universidades americanas são terreno da esquerda desde os anos 1960. Hollywood e o resto do setor de entretenimento também é feudo democrata. Até o Judiciário nos principais estados do país é aparelhado pelo partido. Os democratas são criminosos, mas têm poder.

Por essas e outras que as canalhices do Partido Democrata não são notícia. Não geram caretas de indignação no sr. Guga Chacra, nem as críticas de ameaça à democracia do sr. Marcelo Lins.


Referências:

1.https://www.wnd.com/2020/09/serious-push-u-s-house-remove-speaker-pelosi/

2.https://www.tercalivre.com.br/obamagate-comite-de-seguranca-interna-do-senado-americano-autoriza-intimacoes-de-funcionarios-do-governo-obama/

3.https://www.foxnews.com/politics/minneapolis-police-omar-ballot-harvesting

4.https://pjmedia.com/election/bryan-preston/2020/09/28/bidens-texas-political-director-other-democrats-accused-in-illegal-ballot-harvesting-scheme-n983458

5.https://conexaopolitica.com.br/ultimas/eua-cedulas-de-votacao-por-correio-sao-encontradas-em-vala-no-estado-de-wisconsin/

Jornalista. Escreve sobre politica brasileira e americana, com análises não vistas na grande mídia.

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