Redes Sociais

Artigo

Infeliz esquerda!

Uma análise sobre o posicionamento da esquerda diante de pautas tão importantes.

Frederico Martins

Publicado

em

Divulgação | Conexão Política

“Se é pra remar contra o desenvolvimento do Brasil, a esquerda sempre se apresenta.
Luiz Lima, Deputado Federal (PSL/RJ).

O artigo dessa semana é baseado em mais um infeliz discurso da “bancada do atraso” do Brasil e tem como inspiração o belíssimo discurso do Deputado Federal Luiz Lima na sessão plenária de 03 de abril de 2019.

Todos os dias a esquerda protagoniza um espetáculo do atraso, uma festa do “quanto pior, melhor” e no ano de 2019 não poderia ser diferente.

Voltemos um pouco na história.
Nos EUA, o Partido Democrata é tido como um partido de esquerda, que teoricamente luta pelas pautas “progressistas” com base na “justiça social”.

Bem similar as idéias de um certo Partido dos Trabalhadores, aqui no Brasil.

Porque o exemplo dos EUA? Simples, para fazer um paralelo ao contexto do Brasil.

Nos EUA, quando houve a votação pelo fim da escravidão – pauta mais progressista não há – pasmem, 100% do Partido Republicano votou a favor. E o Partido Democrata? Aquele mesmo da “justiça social”, contou com apenas 20% dos votos dos parlamentares.

Ah, o Presidente era Abraham Lincoln. Do Partido Republicano. Vai entender né?

Já os Panteras Negras, movimento tido como principal objetivo o assassinato de policiais em nome da “justiça social”.

Repito: assassinato de policiais! Tido pelo FBI como “a maior ameaça a segurança interna americana”.

Adivinha pra qual partido os Panteras Negras optaram? O Partido Democrata. Aquele mesmo da justiça social, sob o argumento de “resistir a opressão”.

Algo, no mínimo, muito similar com um certo ideal de um certo partido brasileiro.

Feito o contexto americano, voltemos ao Brasil.

A esquerda brasileira, também não deixa pra depois.

Assim como a esquerda americana foi contra o fim da escravidão, a esquerda brasileira honra com muito vigor o rótulo de “bancada do atraso”, pois toda votação que tem o objetivo de fazer o Brasil crescer, desburocratizar, desinchar, diminuir gastos, etc., a esquerda se coloca do outro lado.

Vamos a três rápidos exemplos:

– Plano Real: o ano de 1993 foi o ápice de uma hiperinflação que se arrastava desde o governo Sarney.

Em um belo trabalho da equipe econômica surgiu a idéia da URV, que posteriormente veio a se chamar Plano Real.

Um ano pós implementação, o Brasil tinha inflação de 14%, numero ínfimo se consideramos que a inflação batia 1000%.

O PT foi contra!

– Lei de Responsabilidade Fiscal: Lei Complementar 101, que tinha como objetivo criar normas a fim de impor uma maior responsabilidade aos gestores públicos no que tange as finanças publicas, limitando gastos e criando um equilíbrio orçamentário e fiscal.

O PT foi contra!

– Fim da contribuição sindical obrigatória: agora o trabalhador pode escolher se contribui ou não para o seu sindicato.

No Brasil, sindicato virou sucursal de um certo partido político.

Aquele mesmo da “justiça social”.

O PT foi contra!

E agora temos a urgência da Reforma da Previdência.

Previdência atual que consome 10 vezes mais do que o orçamento da União, sendo este o segundo maior orçamento da União.

Reforma que visa combater a desigualdade, os privilégios
– principalmente nos salários dos servidores públicos, inserindo uma idade mínima, etc..

Adivinhem? O PT é contra!

Você ainda acha que a Reforma da Previdência não é urgente?

Você ainda confia no PT?

Confia em quem sempre errou?

Em quem sempre votou contra o Brasil?

Reformas sim! Bancada do Atraso, não.

Siga firme, Paulo Guedes. O Brasil precisa!

Frederico Martins é estrategista em formação de campanhas políticas e de gestão de mandatos. Formado em direito, tendo atuado por grandes escritórios de advocacia, atualmente exerce a função de assessor parlamentar na Alerj.

Parceiros

Publicidade

alan correa criação de sites