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Gestante do crime: A inversão protagonizada pela OAB/SP

Sargento Fahur

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Imagem: Conexão Política

A OAB, em São Paulo, está lutando para conseguir a liberdade para uma mulher presa com maconha, pois a mesma logo após a prisão entrou em trabalho de parto e teve uma criança.

Assunto delicado, pois a criança de fato nada tem a ver com as ações criminosas da mãe, mas o pior de tudo é que essas pessoas sem caráter, criminosas, que se vendem para o tráfico, aprontam, enchem o nosso país de drogas, e agora é o estado que tem que se preocupar com as condições dela.

A OAB, alega que a criança recém nascida precisa da mãe, e que a mãe por esse motivo deveria ser enviada para prisão domiciliar.

Eu tenho dois questionamentos: e se a mãe tivesse morrido no momento do parto, a criança não iria viver com outras pessoas? E se baseado nessa brecha da lei, mais e mais gestantes começarem a transportar maconha, sabendo que em caso de prisão vão para casa assim que o bebê nascer?

Como eu não sou o dono da verdade e sempre quero aprender com situações diversas, gostaria da opinião de cada um de vocês. Obrigado.

Texto de Sargento Fahur. 

Deputado Federal, Policial Militar, ativista social e ex-integrante da Rota Ostensiva Tática Metropolitana. 35 anos correndo atrás de bandidos e traficantes.