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Desquerdização das UF’s

Douglas Santos

Publicado

em

Desquerdização das UF's 20
Imagem: Reprodução | Google

A escolha dos reitores das universidades deve ser efetuada pelo Ministro da Educação por meio de decreto. Hoje, a escolha é feita de maneira totalmente ideológica – não existindo um só reitor de Universidade Pública que seja inseto de qualquer relação com partidos ou movimentos de esquerda. Para que ocorra a mudança sócio-cultural é necessário cortar a base do comunismo no Brasil, base essa que é um coalizão de movimentos estudantis socialistas.

Ao longo de 60 anos a esquerda infiltrou-se nas universidades de maneira silenciosa e predominante. Nos últimos 30 anos mostrou a cara e a voz, erguendo uma verdadeira Hidra educacional marxista e que por motivos de concedimento governamental permaneceu atuante e recebendo verbas federais para sua construção. Deixar a escolha dos reitores para o corpo discente ou docente é fechar o olho para o problema, já que se torna vicioso. A maioria dos estudante foram doutrinados e acreditam na ideia socialista. Desse modo, logo irão escolher alguém que defenda essa ideia para assumir o posto de reitor, e o reitor nada fará de diferente para a melhoria da Universidade que irá administrar.

São mais de 60 Universidades Federais em todo o país – todas tomadas por ensino Marxista. A primeira linha de combate é escolhendo reitores que sejam contrários a essa ideia e que não tentem instaurar doutrinas de esquerda ou direita, mas mostre o melhor caminho para se seguir dentro e fora da universidade. Se faz necessário também, campanhas que incentivem debates realmente construtivos.

São mais de 100 mil alunos que após saírem dos seus cursos, não saberão administrar seu dinheiro, obter lucro e muito menos investir. No entanto, os mesmos são craques em criticar Estados Unidos, Capitalismo e Bolsonaro. Ou essa realidade muda, ou toda a mobilização dos últimos anos para a desquerdização do executivo e legislativo será jogada fora. Pois o nicho socialista continuará o mesmo e cada vez mais atuante.

Os nomes para essas universidades que possam mudar são vários: Paulo Briguet, Rodrigo Gurgel, Rafael Nogueira, Filipe Martins, Ronald Robson, Flávio Morgenstern, Elpídio Fonseca, Taiguara Fernandes, Mário Chainho, Juliana Rodrigues, Bruna Luíza, Lorena Miranda Cutlak e outros tantos.

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CONTATO: [email protected] | Natural de Manaus, estudante de Ciências Econômicas e editor do Conexão Política.

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