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Coordenador do MBL chama Bolsonaro de “tchutchuca de caminhoneiro”

O ativista liberal mostrou-se inconformado com a intervenção do governo contra um aumento abusivo no preço do diesel.

Anderson Feitosa

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Coordenador do MBL chama Bolsonaro de "tchutchuca de caminhoneiro" 20
Reprodução | MBL

Na tarde desta sexta-feira, 12, Renan Santos, coordenador nacional do MBL, lançou comentários ácidos contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, por causa da decisão de suspender o aumento de preços do diesel pela Petrobras.

Em um de seus tweets, Renan disse: “Não adianta ser tigrão no Twitter e ser tchutchuca com caminhoneiro”, retomando de forma irônica a ofensa proferida pelo deputado Zeca Dirceu contra o Ministro da Economia, Paulo Guedes, mas, agora, contra o presidente.

Os comentários começaram a surgir no Twitter de Renan logo após a decisão de Bolsonaro sobre a suspensão do reajuste de 5,7% no preço do diesel, aumento que provocaria desconforto na classe dos caminhoneiros, podendo culminar em mais uma greve que balançaria o País em um momento de retomada do crescimento econômico, da atração de investimentos e da passagem de pautas delicadas no congresso.

O primeiro post de Renan foi: “Acabei dormindo no carro e acordei no governo Dilma Rousseff”, em que faz uma comparação entre a postura econômica intervencionista de Dilma com a postura de Bolsonaro devido à decisão sobre o reajuste do diesel.

Logo mais, o ativista liberal continua, dizendo: “Atenção: tá liberado defender política de subsídios a lá Rousseff em nome da direita verdadeira. Críticos são sabotadores ou esquerdistas!”, que foi uma resposta em reação aos muitos comentários que recebeu do seu próprio público contra a sua postura ofensiva contra o governo.

Renan ainda chegou a comentar:

“Controle de preços é uma das coisas mais cretinas que podem ser feitas e sempre terminam em merda. Bolsonaro parece especialmente empenhado em interferir na Petrobras e jogar pra população a conta da ‘vanguarda caminhoneira”, ainda fazendo duras críticas ao posicionamento de Jair Bolsonaro contra o aumento abusivo de preços de combustíveis, que sufocam a classe trabalhadora do Brasil.

O que Renan e a turminha do MBL parecem não entender, no entanto, é a gravidade que seria, para o País, o fato de ter que enfrentar um greve de proporções gigantes, como ocorreu em Maio do ano passado, em um momento absolutamente decisivo, em que o governo tentar mudar abruptamente o rumo da política nacional.

Assim, eles continuam a defender, com uma postura infantil e inconsequente, a agenda liberal, por meio de um pragmatismo político que ignora uma visão mais madura e de médio/longo prazo, necessária para buscar a estabilidade econômica e o crescimento produtivo no Brasil.

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Católico, conservador e patriota. Estudante de medicina e amante da Verdade. Membro do Movimento Brasil Conservador no Ceará. Deus Vult!

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