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Análise

Lockdown: um plano adolescente?

Julliene Salviano

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Conexão Política conteúdo ®
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O vírus da Covid-19, na percepção de muitas pessoas, está sendo utilizado como arma de manobra para implementar rapidamente o sistema de domínio e subjugação no mundo inteiro. Tudo isso, sendo orquestrado por um grupo ‘oculto’, que se arvora do mundo. A humanidade, então, estaria sendo atingida por algo orquestrado.

Autoridades chinesas, primeiro, esconderam do mundo a existência da nova doença, assim ganhando tempo para, talvez, fabricar os insumos que seriam necessários, enquanto a doença se alastrava para os outros países. Além disso, em setembro passado, a médica Li-Meng Yan, virologista chinesa, afirmou que o novo coronavírus foi produzido em um laboratório em Wuhan. Segundo ela, tudo foi controlado pela China. Ainda de acordo com ela, o governo sabia antecipadamente do potencial de propagação do vírus.

Não é novidade, para os mais atentos, que o PCC vem alastrando seus tentáculos pelo mundo, buscando criar uma nova rota da seda, usando meios como a compra de políticos estrangeiros, de locais e empresas estratégicas, além de influenciar negativamente as economias locais, tornando suas aquisições mais baratas. Tudo está sendo feito a luz do dia para quem quiser ver.

A crise causada pela doença foi altamente vantajosa para os planos do Partido. Países enfraquecidos, economia em declínio, e os dólares oriundos da compra dos insumos como máscaras e respiradores, e agora vacinas. Deram aos ‘arquitetos’ do plano comunista um ambiente perfeito para pôr em prática as ideias de solapar soberanias e dominar países alheios. Vejam, a ideia não é negociar com as nações, e sim dominá-las comprando tudo que for estratégico.

Se não fossem as mídias alternativas, boa parte da população mundial não saberia o que realmente está acontecendo, e o pânico propagado pela grande mídia teria ainda mais força. Como se sabe, quem compra uma empresa de comunicação domina a pauta.

Outrossim, o mundo tem total capacidade de frear os ambiciosos governantes comunistas, e o Brasil tem grande peso nessa questão. O PCC não consegue manter a China sem os alimentos oriundos do Brasil, além de não manter sua indústria sem nossa hematita (usada para fazer ferro), entre outros.

Genética

Como se não bastasse, existem ainda as denúncias sobre experiências genéticas que o país vem realizando. Em 2018, surgiu uma grande polêmica justamente sobre experiências genéticas com bebês, algo que me lembra os porões sombrios do nazismo. Faz pouco tempo que a inteligência do EUA denunciou que o PCC realizou testes em humanos, na esperança de desenvolver soldados com “capacidades biologicamente aprimoradas”, segundo eles, ocorreram testes humanos em membros do Exército de Libertação do Povo.

Porém, ainda mais assustador foi noticiado pela Fox News. Segundo a reportagem dessa emissora, a China tem o maior banco de dados de DNA do mundo, com mais de 80 milhões de perfis de saúde. O país coleta o DNA de seus próprios cidadãos para fins de aplicação da lei, rastreio de dissidentes e forma um estado de vigilância rigidamente controlado.

O governo do Partido Comunista Chinês também encontrou maneiras de obter o DNA de estrangeiros, e é aqui que devemos acionar o alerta vermelho. Gordon Chang, o advogado sino-americano e autor do livro ‘The Coming Collapse of China‘ [O colapso vindouro da China], alertou que o país planeja usar essas informações para criar bioarmas destinadas a grupos étnicos específicos. 

‘Fica em Casa’: o dilema da morte

Diante de tantos absurdos que temos visto em torno dessa pandemia, podemos afirmar que nunca foi sobre a vida, ou sobre proteger o povo, como alguns querem acreditar. Ocorre que o direito à saúde é constitucional. Poucos sabem, mas os gestores públicos são constantemente processados, sendo obrigados pela Justiça a garantir internações e tratamentos. Um plano temporário para preservar a capacidade hospitalar se transformou em meses de ‘prisão’ domiciliar, devastação econômica, paralisação de viagens internacionais, desemprego, fechamento de milhões de empresas e desprezo por direitos e liberdades individuais.

Está escrito na Constituição Federal:

Art. 196 

Título VIII
Da Ordem Social

Capítulo II
Da Seguridade Social

Seção II

Da Saúde

A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.” 

Posto isso, eu faço uma indagação: interruptamente, o ex-Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em suas ridículas coletivas diárias, que contou com políticos e a grande mídia, propagaram diuturnamente a campanha ‘Fica em Casa’, instruindo a população a só procurar hospitais quando estivessem com falta de ar e sintomas graves.  

Resultado: em diversos hospitais, muitos óbitos ocorreram porque muitas e muitas pessoas só manifestaram pedido de ajuda nas última horas de vida, quando quase não tinha mais jeito. Como qualquer doença, o tratamento da Covid-19 é mais fácil e eficaz no início, antes do agravamento do quadro.  Quantos brasileiros morreram por complicações que seriam evitadas? E se essas pessoas tivessem procurado ajuda médica nos primeiros sintomas?

O SUS é um sistema insatisfatório. Não é de agora a falta de vagas e de insumos. E como já era de se esperar, quase nenhum político deu a mínima para essa discussão. Não diante dizer que há uma preocupação com a saúde e com a vida das pessoas, sendo que eles esqueceram das outras graves doenças, além das inúmeras dificuldades que sempre colocaram para aqueles que desejaram ter acesso ao tratamento precoce. Sim, foi exatamente isso que ocorreu. Sabe a gripe comum? A Organização Mundial da Saúde, OMS, estima que aconteçam cerca de 1 bilhão de casos de gripe todos os anos no planeta, levando 291 mil a 646 mil pessoas à morte. Não vimos ninguém abismado com isso.

Mas onde surgiu o lockdown?

A Revista Oeste publicou, no dia 19 de maio de 2020, um texto mencionando um artigo veiculado no site American Institute for Economic Research (Aier), em que Jeffrey A. Tucker, colunista da revista Oeste, relatou de onde supostamente a ideia do ‘fechamento total’ teria surgido.

A teoria por trás do lockdown teria sido inventada há 14 anos, por uma simulação de computador, não por epidemiologistas. “Esse conceito não foi adotado por médicos — que eram terminantemente contra — , mas por políticos”, diz Tucker.

Segundo ele, em 12 de fevereiro de 2006, a expressão ‘distanciamento social’ foi utilizada pela primeira vez pelo New York Times. Caso a gripe aviária virasse uma pandemia, com vacinas ainda em falta, a única proteção seria o ‘distanciamento social’. Em 22 de abril de 2020, o New York Times voltava a mencionar a expressão.

Continua a matéria: “Há quatorze anos, dois médicos do governo federal, Richard Hatchett e Carter Mecher, reuniram-se com um colega numa lanchonete no subúrbio de Washington para fazer a revisão final de uma proposta que eles sabiam que não seria levada a sério: dizer aos norte-americanos para ficar em casa, longe do trabalho e da escola, na próxima vez que o país fosse atingido por uma pandemia mortal”, contava a matéria. “Quando os médicos apresentaram seu plano, ele foi recebido com ceticismo e certo grau de ridículo pelas autoridades, que, como outras pessoas nos Estados Unidos, haviam se acostumado a confiar na indústria farmacêutica”.

Para superar a intensa oposição inicial, Hatchett e Mecher teriam juntado seu trabalho ao de uma equipe do Departamento de Defesa designada para uma tarefa semelhante. Além de “um mergulho profundo na história da gripe espanhola de 1918”, o estudo sofreu outro ‘desvio inesperado’: uma descoberta que teve início num projeto de pesquisa do ensino médio, realizado por Laura M. Glass, a filha de 15 anos de um cientista do Sandia National Laboratories, relata.

Tucker afirma que Laura criou um modelo no computador que simulava como as pessoas interagiam — membros da família, colegas de trabalho, estudantes nas escolas e demais relações sociais. A conclusão, obtida por ela, apontou que as crianças entram em contato com cerca de 140 pessoas por dia, mais do que qualquer outro grupo. A partir disso, o programa mostrou que, numa cidade hipotética de 10.000 pessoas, 5.000 seriam infectadas durante uma pandemia, caso nenhuma medida fosse tomada. Se as escolas fosse fechadas, por exemplo, o número de infectados cairia para 500 pessoas.

Na época, ainda segundo o texto veiculado pela Oeste, o epidemiologista Donald Henderson, que dirigiu por dez anos o esforço internacional que erradicou a varíola no mundo, rejeitou completamente o esquema. Ele estava convencido de que não fazia sentido fechar as escolas ou proibir reuniões públicas. “Os adolescentes escapariam de casa para passear no shopping. As crianças pobres não teriam o suficiente para comer. Os médicos enfrentariam dificuldade para trabalhar se seus filhos estivessem em casa.”

Dessa forma, medidas adotadas por Mecher e Hatchett “resultariam em perturbações significativas do funcionamento social das comunidades e causariam sérios problemas econômicos”, escreveu Henderson. 

Outro artigo, também de 2006, que refuta o modelo de lockdown, é assinado por Henderson, com três professores da Universidade Johns Hopkins: o especialista em doenças infecciosas Thomas V. Inglesby, a epidemiologista Jennifer B. Nuzzo e a médica Tara O’Toole. Segundo o artigo, a quarentena doméstica pode, entre outras coisas, resultar em pessoas saudáveis correndo o risco de serem infectadas por membros da família doentes. “Poderiam ser recomendadas práticas para reduzir o risco de transmissão (lavagem das mãos, manter a distância de 1,5 metro de pessoas infectadas, etc.).”

Além de afirmarem que essas medidas não diminuem a propagação do vírus, os autores chamam a atenção para os altos custos econômicos e sociais dessas ações.

“Durante as epidemias sazonais de influenza, os eventos com grandes públicos algumas vezes foram cancelados ou adiados, com o objetivo de diminuir o número de contatos. No entanto, não há indicações de que essas ações tenham tido algum efeito definitivo sobre a gravidade ou a duração de uma epidemia.”

Na conclusão, os autores sustentam que as comunidades confrontadas com epidemias ou outros eventos adversos respondem positivamente e com menos ansiedade quando existe um processo de funcionamento social normal da comunidade.

Dessa forma, o lockdown não era uma ideia do mundo real, segundo todo esse relato. A ideia supostamente teria nascido de um experimento científico do ensino médio. Sim, do ensino médio.

O “Fica em casa”, alvo de oportunismo político, tornou-se regra de morte? Precisamos levar em consideração as milhares de vítimas com Covid-19, que resultaram em quadros graves, chegando um grande número de óbitos. Milhões de pessoas ficaram sem os tratamentos necessários, não só da Covid-19, e foram submetidas a um plano de governo que lhes custou a própria vida. Milhões de brasileiros perderam seus empregos, outros fecharam as portas e muitos empobreceram.

A saúde mental da população segue entrando em colapso. Ansiedade, depressão síndrome do pânico, suicídios. Quem se interessa pelo estudo da mente humana sabe que o desequilíbrio é capaz de gerar graves doenças. O medo e o pânico são os maiores propagadores de grandes enfermidades. Além disso, uma pessoa aterrorizada é muito mais vulnerável e facilmente manipulada. Sim, manipular a massa é o grande sonho de governantes totalitários.

Cabe a cada um de nós, cidadãos brasileiros, não permitir que a liberdades sejam violadas, em nome de coisa alguma, pois uma vida não-livre não vale a pena ser vivida. Os antepassados da humanidade lutaram e deram sangue e lágrimas pela liberdade. Devemos honra-los!

Gestora, jornalista e assessora.