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Exportação da vacina de Oxford para o Brasil mostra que a imprensa brasileira mente para derrubar governo Bolsonaro

Raul Holderf Nascimento

Publicado

em

Isac Nóbrega | PR

Antes mesmo de ser eleito presidente da República, Jair Bolsonaro já era alvo de ataques contínuos dos principais veículos de comunicação do país.

A mídia, a todo o momento, não apenas distorcia o que era dito pelo então deputado federal, mas também fabricava informações falsas para atacar a imagem de Bolsonaro.

O ‘assassinato de reputações’ sempre esteve presente na vida militar, que constantemente foi caluniado e difamado sem poucos espaços garantidos para exercer algum direito de resposta.

Agora, iniciando o terceiro de ano de mandato, Jair Bolsonaro continua sendo atacado diuturnamente pela imprensa brasileira.

Nesta semana, por exemplo, os principais veículos garantiram que não existia nenhuma previsão em torno das vacinas de Oxford vidas da Índia. Diversas matérias acusaram o governo brasileiro de ‘cruzar os braços’ e ignorar a urgência das vacinas para imunizar a população brasileira.

Alguns jornais, por exemplo, chegaram a apontar que o intervalo de tempo sem vacinas da Oxford no Brasil poderia chegar a 30 dias. Além disso, cogitaram também num previsível pedido de abertura de impeachment por crime de improbidade administrativa.

Hoje, 21 de janeiro de 2021, conforme registrou o Conexão Política, a Índia confirmou que as vacinas de Oxford serão exportadas para o Brasil ainda nesta quinta-feira.

das vacinas desenvolvidas pela farmacêutica britânica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, que estão sendo fabricadas no Serum Institute of India, considerado o maior produtor mundial de vacinas do mundo.

Dessa forma, caro leitor, fica cada vez mais evidente a forma de trabalho que é exercida por tais veículos de comunicação: sem checagem, sem fontes concretas e sem compromisso com a verdade.

Com a chegada desses insumos ao Brasil, o governo Bolsonaro colecionará mais uma vitória contra as ‘fake news do bem’, que constantemente são propagadas por aqueles que dizem combater a desinformação.

Professor, cristão, colunista, e redator. Amo ciências políticas, sou conservador e nordestino com orgulho.

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