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Coluna

A hipocrisia da imprensa sobre a fala de Bolsonaro

Filipe Altamir

Publicado

em

Marcelo Camargo | Agência Brasil

Mais uma resposta direta e hostil do Presidente e mais uma confusão da ‘lacração’ com uma miríade de narrativas e disparates da mídia

Deixando um pouco de lado o mérito da fala em si e um possível julgamento moral que poderíamos fazer da fala, precisamos prioritariamente analisar o que motivou tal resposta rude do Presidente, qual foi a motivação e o contexto.

A mídia alega que foi uma reação destemperada a uma pergunta de um repórter sobre a movimentação financeira proveniente do ex-assessor do atual senador Flávio Bolsonaro à Michelle Bolsonaro, primeira dama e esposa do Presidente.

Bom, essa foi a versão oficial divulgada pela grande mídia e que impulsionou tradicionais notas de repúdio de associações ligadas à imprensa – regadas à críticas vazias sobre a conduta contumaz do Presidente em supostamente atacar e ser uma eterna ameaça à liberdade da mídia, que até agora não sofreu nenhuma violação objetiva ou qualquer tipo de supressão por força estatal.

O problema é o seguinte: a narrativa propalada pela mídia perdura e faz sentido? Se você parar para analisar todos os vídeos que foram divulgados da resposta do Bolsonaro, fica claro que as falas são verdadeiras e de fato ele direciona uma resposta raivosa para alguém sob alguma circunstância que até então é completamente desconhecida.

Se parar pra analisar friamente, a versão não faz o menor sentido, uma vez que não é de hoje que o Presidente é bombardeado com perguntas desse tipo e insinuações maliciosas envolvendo sua esposa. Como sabem que a postura esperada seria divergente da postura do Lula, que quis terceirizar a culpa sobre a ilicitude do tríplex na sua falecida esposa, então a imprensa a todo momento tenta direcionar seus ataques para familiares. Não é de hoje que a Primeira Dama vira alvo principal para atacar o Presidente. Matérias já foram feitas sobre familiares da Michelle Bolsonaro envolvendo a origem humilde e questões pessoais de conflitos internos, situações essas comuns em qualquer família mas que servem de material inesgotável de exploração midiática para promover um inútil desgaste ao governo.

Independentemente dos jogos linguísticos midiáticos e das narrativas, a fala do Bolsonaro poderia ser julgada moralmente e alvo de críticas caso ao menos fosse divulgada gravações envolvendo um contexto integral. Até então, o que se vigora na grande mídia não passa de pura narrativa folclórica, o que motivou uma sequência de lacrações de influenciadores da esquerda perguntando sobre a natureza dos repasses de Queiroz, tendo o único objetivo de “sufocar” ainda mais o Presidente com base em um vídeo que sequer mostra a razão pela qual ele se irritou.

Escritor formado em Direito, conservador e analista político.

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