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COLUNA: A torcida da grande mídia brasileira pelo Partido Democrata

Carlos Júnior

Publicado

em

Reprodução: La Prensa

Uma coisa que virou marca registrada na cobertura da imprensa brasileira sobre as eleições presidenciais dos Estados Unidos é a torcida mais cínica, descarada, explícita e desavergonhada possível para a vitória do candidato democrata na disputa. No caso da Globo, o modo de noticiar as vitórias de Barack Obama em 2008 e a de Donald Trump em 2016 exemplifica o que estou falando: enquanto um foi tratado como um Messias ungido por Deus na missão de acabar com os defeitos de um país racista e capitalista ao extremo, o outro foi pintado como o secretário do Diabo, aquele que iria transformar a sua presidência num verdadeiro inferno para os EUA e para o mundo.

Assistam os vídeos no YouTube das respectivas edições do Jornal Nacional nos dias dos triunfos de Obama e Trump e notem a evidente diferença. Leiam as matérias da Folha de S. Paulo e tirem suas conclusões. Democratas são tratados como lumiares da excelência moral e dos avanços materiais da modernidade; já os republicanos pintados como obscuros medievais atrasadíssimos no tempo. É o iluminismo versus a ignorância, dizem os almofadinhas semianalfabetos. O sr. Arnaldo Jabor disse que o mundo republicano é do preconceito e o da burrice – como se o partido o tivesse em seus quadros para fazer valer tal diagnóstico.

Na eleição do novembro próximo, os americanos terão de escolher seu próximo presidente entre Donald Trump e Joe Biden. Enquanto o primeiro é o atual ocupante da Casa Branca e defende a sua reeleição, o outro é um ex-vice-presidente e figurinha já carimbada da política americana. Trump combateu os inimigos da América, devolveu ao país a soberania roubada de organismos supranacionais globalistas e entregou bons resultados econômicos até a pandemia do coronavírus. Já Biden é um burocrata incompetente que se eleito será um desastre. E não é difícil de entender o porquê.

Joe Biden é um democrata muito ligado ao establishment de Washington, o mesmo que Donald Trump prometeu varrer da Casa Branca. Sua carreira política engloba um leque de podres, como as ligações muito mal explicadas com o globalismo russo-chinês – seu filho faz parte do conselho administrativo de uma empresa que traz investimentos de outros países para a China. Além disso, ele fez parte do governo Obama, o pior da história americana. Com ele na vice-presidência, os EUA experimentaram o socialismo na saúde pública, o aumento desmedido do Estado na economia e a promoção de elementos antiamericanos dentro e fora do país. Resultado? Um capitalismo capenga: os salários líquidos da classe trabalhadora americana estagnaram. E nem adianta colocar a culpa na recessão de 2008, uma vez que as políticas keynesianas da era Bush continuaram e foram até reforçadas por Obama e cia. Em outro plano, o antiamericanismo nítido de Obama e Biden desaguaram no fortalecimento das ditaduras terceiro-mundistas, como as do Irã e de Cuba – quando o governo americano fez o favor de firmar acordos econômicos que encheram de dinheiro os bolsos dos que odeiam os EUA.

O que mais vocês esperam de Biden? Dado o histórico de alianças e atuações políticas do sujeito, o mínimo que eu espero é que ele seja um fantoche de George Soros e dos Rockfellers da vida. Os planos da elite fabiana ocidental em destruir os EUA e instalar um totalitarismo mundial juridicamente estabelecido pela ONU serão graciosamente promovidos se Biden e os democratas voltarem à Casa Branca. Essa elite também está presente no Partido Republicano, mas é no progressismo antirreligioso e no estatismo econômico – plataforma política dos democratas completamente oposta aos valores tradicionais americanos consagrados na Constituição – que os globalistas enxergam a base da nova civilização erguida por eles próprios.

Para quem não acompanha muito a política americana e não conhece das falcatruas da esquerda americana, isso tudo pode parecer surpreendente. Principalmente em um país como o Brasil. A grande mídia brasileira é nada mais que assessoria de imprensa do Partido Democrata e nem esconde sua preferência pela agremiação política mais abjeta do planeta.

Prova da tendência esquerdista dos almofadinhas semianalfabetos que se julgam masters em política americana é a duplicidade no tratamento para com alegações de assédio envolvendo um democrata e um republicano. Quando o juiz Brett Kavanaugh foi indicado por Trump para a Suprema Corte e do nada surgiram acusações contra ele, os palhaços da Globo News trataram a narrativa das acusadoras como verdade inquestionável – nenhuma acusação foi provada até agora e uma das mulheres supostamente abusadas pelo juiz Brett admitiu ter mentido para prejudicá-lo. Agora que Joe Biden, o candidato do sacrossanto Partido Democrata, enfrenta o mesmo problema, não se vê as mesmas caretas de indignação dos patéticos Caio Blinder e Guga Chacra, pois a esquerda tem o monopólio de sujar as mãos e sair sem ser cobrada por isso.

Todos os podres do candidato democrata serão colocados para debaixo do tapete, ao passo que todos os defeitos do presidente Trump serão servidos ao público como provas inequívocas da narrativa esquerdista da ocasião eleitoral. Na minha coluna neste corajoso Conexão Política, faço análise e não torcida. Se você quer a última, ligue na Globonews e desfrute Caio Blinder, Guga Chacra e tutti quanti vestindo azul.

Referências:

  1. https://pjmedia.com/trending/hunter-biden-remains-on-the-board-of-a-chinese-company-that-profited-from-joe-bidens-foreign-policy/
  2. https://www.youtube.com/watch?v=3Myqk5QCy8s
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Jornalista. Escreve sobre politica brasileira e americana, com análises não vistas na grande mídia.

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