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COLUNA: A canalhice da esquerda americana em meio ao coronavírus

Carlos Júnior

Publicado

em

AP Photo/Alex Brandon

Enquanto os Estados Unidos da América sofrem com as mortes dos seus cidadãos provocadas pelo coronavírus, a esquerda americana busca canalizar uma pandemia horrorosa em uma oportunidade dourada para a conquista de dividendos políticos. As mais recentes ações dos líderes democratas não deixam a menor margem de dúvida de que o partido irá seguir à risca a máxima do ex-chefe de gabinete de Barack Obama: ‘’Nunca permita que uma crise seja desperdiçada’’.

A primeira coisa a ter em mente é o negacionismo das Pelosis, dos Schumers e tutti quanti em relação à origem chinesa do coronavírus. A ditadura comunista prendeu cientistas, expulsou jornalistas que noticiaram a então epidemia e negou enquanto deu para negar o óbvio do óbvio: a COVID-19 era uma ameaça real e poderia trazer sérios danos aos demais países se nada tivesse sido feito pelas autoridades chinesas. A nomenklatura do Partido Comunista Chinês (PCC) tem de longe a maior culpa no cartório nessa história. Alguma liderança do Partido Democrata fez ou falou algo contra o regime genocida chinês? Absolutamente nada. Muito pelo contrário: quando o presidente Donald Trump restringiu voos advindos da China, a presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi (D-CA), classificou a atitude como “racista”. A mesma Pelosi que acusou Trump de “brincar enquanto pessoas morrem”. Coerência passa longe do repertório verbal da madame Speaker.

Nancy Pelosi não parou por aí e fez pior. Enquanto o presidente Trump negociou com o Partido Republicano e a oposição um acordo bipartidário para um projeto de estímulo econômico para o socorro de empresários e trabalhadores americanos, Pelosi jogou no lixo tal acordo e obstruiu o projeto enquanto deu. Puro jogo político nojento. Ela alegou que estava a fazer reajustes no valor do pacote – alegação refutada por deputados republicanos e funcionários do governo americano.

O líder da minoria republicana na Câmara, Kevin McCarthy (R-CA) foi preciso ao definir a situação.

“Acabamos de assistir na semana passada 3,28 milhões de pessoas demitidas. E ainda por dias, os democratas pararam com essa lei. Quantas pessoas foram demitidas quando os democratas lutaram para mudar a lei eleitoral ou implementar o Green New Deal?! Quantos pais perderam o sono imaginando como vão fazer os pagamentos para no mês seguinte?! Quantas pequenas empresas sentaram-se à mesa da cozinha e tiveram que tomar a decisão que nunca tiveram antes de despedir seus funcionários que são como uma família?”, disse McCarthy.

Mas Pelosi nunca fica satisfeita com a sua falta de caráter e foi além. O real motivo dela sentar em cima do projeto veio a público logo depois: ela e os democratas fizeram um projeto alternativo do projeto apresentado por Trump. A nova proposta democrata aumentou em US$ 500 bilhões o valor do pacote, com absurdidades sem fim. Entre os objetivos da destinação da verba governamental constavam a ‘’alfabetização financeira para a comunidade LGBTQ+’’, implantar na marra o Green New Deal – projeto ecoterrorista que destruiria a economia americana se fosse implementado – e dar aos sindicatos a autoridade exclusiva na negociação entre trabalhadores e empresários – grande parte desses sindicatos são ligados ao Partido Democrata.

Negar a culpa do Partido Comunista Chinês e golpear mortalmente a economia americana fazem parte do modus operandi da esquerda americana no desenrolar de uma pandemia. A canalhice de um partido em omitir os responsáveis pelas mortes em seu próprio país e destruir a economia para agradar aliados políticos – nem que trabalhadores americanos percam seus empregos e sejam condenados à pobreza – mostra bem a verdadeira face do Partido Democrata.

Joe Biden, ex-vice-presidente americano e líder das prévias democratas, admitiu a politicagem rasteira dos seus companheiros de partido ao falar que o coronavírus oferece uma oportunidade de mudar a economia americana. Sabem qual a mudança proposta por Mr. Biden? Colocar os sindicatos no controle tanto do setor privado quanto no setor público da atividade econômica, ou seja, diminuir a livre iniciativa e a liberdade do mercado – pilares essenciais do sucesso econômico americano.

Enquanto a irresponsabilidade democrata atrapalha o país no combate ao coronavírus, os republicanos estão a fazer sua parte. O presidente Trump deu suporte financeiro e operacional aos estados mais atingidos; os parlamentares do seu partido agilizaram os projetos de recuperação financeira e, não menos importante, apontaram a responsabilidade do PCC na disseminação da pandemia: o deputado Guy Reschenthaler (R-PA) apresentou uma resolução na Câmara que pede ao governo americano para reter a contribuição repassada a OMS até que o diretor-geral da organização, Tedros Adhanom, permaneça no cargo – ele tem relações estreitas com a ditadura comunista chinesa.

Lutar pela destruição dos EUA é exatamente o que o Partido Democrata sempre fez. Como cúmplices do globalismo fabiano, os democratas querem destruir a soberania americana e entregá-la a organismos supranacionais como a ONU, o FMI, a OMC e, nesse caso, a OMS. A COVID-19 trouxe a oportunidade dourada aos inimigos da América de colocarem em prática seu plano demoníaco.

Referências:

  1. https://pjmedia.com/news-and-politics/just-who-exactly-was-fiddling-as-people-died-madame-speaker/
  2. https://www.breitbart.com/politics/2020/04/07/joe-biden-tells-afl-cio-coronavirus-a-chance-to-change-u-s-economy/
  3. https://www.foxnews.com/politics/gop-rep-calling-for-defunding-of-who-until-dr-tedros-resigns

Jornalista. Escreve sobre politica brasileira e americana, com análises não vistas na grande mídia.

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