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Análise

General Mourão: o vice que o Brasil pode confiar

Raul Holderf Nascimento

Publicado

em

Imagem: Marcelo Chello | CJPress | Estadão Conteúdo

A vice-presidência é um ofício valoroso. Deve ser entregue a pessoas em quem a nação e o país possa confiar no decorrer de uma crise nacional. Eles devem ser pessoas conhecidas não por seu rancor, mas lealdade silenciosa.

Um vice-presidente deve ser uma pessoa de caráter e integridade formidáveis ​​- um alguém que pode facilmente ascender se algo acontecer ao presidente. E isso não é tudo.

Um vice-presidente deve ser uma pessoa bem disciplinada o suficiente para não clamar e competir pela atenção do público com o presidente e sendo alguém capaz e disposto a viver sob a sombra do presidente.

Onde eles diferem com o presidente, eles devem expressar sua opinião em particular, onde não há mais ninguém a não ser apenas os dois. Tais diferenças de opinião devem ser poucas e distantes entre si e devem ser expressas de maneira educada e com absoluta desconfiança.

Um vice-presidente deve ser uma pessoa confiante em sua pele; discreto e até disposto a se depreciar em público como forma de exaltar o presidente. Em outras palavras, ele deve ser uma pessoa totalmente preparada para levar um tiro pelo presidente.

Um bom vice-presidente é alguém que também está disposto a ser um companheiro e confidente do presidente. Por sua natureza, o trabalho de um presidente pode ser uma tarefa excessivamente árdua.

Ao escolher um vice-presidente, todo presidente procura uma mão firme que possa oferecer não apenas um sábio conselho e uma verdade sem verniz, mas também um calor humano. Isso ocorre porque, durante seu mandato, há muitas ocasiões em que um presidente sentado sente-se não apenas solitário, mas também sozinho, apesar de um exército de seguidores egoístas sempre espreitando.

Assim, um vice-presidente, sendo o mais confiável dos assessores do presidente, deve ser alguém em quem o presidente possa ter confiança absoluta. Isso é importante, não menos importante, porque um vice-presidente que faz parte do aparato de segurança do Estado tem direito a acesso total aos principais segredos do Estado, muitos dos quais poderiam ser muito dolorosos e angustiantes para o presidente abrigar sozinho.

O trabalho de um vice-presidente é derrotar a oposição no parlamento. Na verdade, um bom vice-presidente deve ser alguém cuja voz carrega peso e exige lealdade ao presidente e ao povo; uma figura sacerdotal vem à mente.

Um vice-presidente também deve ser alguém irradiando uma espécie de seriedade que emana não apenas de honra e integridade, mas também de experiência. Eles devem ter poucas palavras que, quando tais palavras são pronunciadas, nunca sejam esquecidas. Aqui, Mike Pence, o atual vice-presidente dos Estados Unidos, vem à mente.

Um vice-presidente deve ser alguém em quem o presidente possa confiar nos momentos difíceis, alguém que não tenha ambições de se tornar presidente.

Uma ausência de ambição permite o vice-presidente expressar seus conselhos ao presidente exatamente da maneira que ele achar melhor, sem medo de quaisquer consequências. Não existe estratégias para promover suas próprias ambições e interesses.

Não ter cobiças próprias também permite que um vice-presidente esteja totalmente focado em garantir o sucesso do presidente em exercício.

Acima de tudo, está claro que não há uma fórmula clara para escolher um bom vice-presidente. O que está claro, porém, é que fazer essa escolha é um trabalho difícil.

Assim, chegamos a conclusão que ter o príncipe ou o general tanto nesta função, tanto faz, pois ambos preenchem todos esses quesitos acima. 

É compreensível que o eleitorado de Jair Bolsonaro tenha ficado dividido ao analisar alguém para exercer tal ofício, afinal, é raro ter homens bem-aventurados como o Luiz Philippe de Órleans e Braça e Hamilto Mourão. Pessoas que à nação pode ter como porto seguro da política brasileira.

Jair Bolsonaro, por sua vez, escolheu Mourão, que defende um governo firme, honesto, sem corrupção, com eficiência gerencial, e com relacionamento republicano com os demais poderes. Ou seja, sem ‘balcão de negócios’.

Sendo assim, não votar em Bolsonaro porque o vice escolhido não foi alguém que você esperou ou por ser um outro militar é apenas ignorância política. E sim, Mourão agrega votos.

Ele é conhecido por bater de frente com este atual governo corrupto, sem medo. Sempre saiu em defesa do povo brasileiro. Um cidadão de bem, honesto e tem uma longa trajetória em combater comunista, terrorista e bandido. General Mourão é o vice que o Brasil pode confiar!

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Professor, cristão, colunista, e redator. Amo ciências políticas, sou conservador e nordestino com orgulho.

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