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A estratégia impune

As atitudes da imprensa brasileira alcançam níveis cada dia mais altos da cretinice, e quem sai perdendo é você.

Anderson Feitosa

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Hoje, 03, o dia amanheceu com mais um forte ataque da imprensa ao governo Bolsonaro, como é de se esperar. Dessa vez, o alvo foi a Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, que foi acusada pela revista Veja de ter pedido para deixar o cargo, o que era uma mentira absoluta. A notícia falsa foi desmentida rapidamente pela própria ministra e por alguns canais independentes de comunicação, que atualmente, diga-se de passagem, possuem muito mais credibilidade do que os grandes canais.

O resultado dessa história toda é pouco calculado pelas pessoas. Quase sempre, o brasileiro, mesmo o honesto, o engajado politicamente, o que luta pelo bem do país, o que deseja o melhor para o Brasil, acaba por ignorar a enorme gravidade dessas canalhices desmedidas da velha imprensa, que possuem efeito bem maior do que se imagina, geralmente.

Sempre que uma mentira dessas é proferida contra o governo, ela sai em grande manchete, quase sempre no início do dia, pautando a mídia matinal. Esses títulos atingem milhões de pessoas. Já o texto da notícia, que explica melhor o ocorrido, e por vezes até desconstrói a própria manchete, atinge muito, mas muito, menos gente. Imaginem então a correção dessa notícia. Que parcela dos leitores das manchetes falsas terminam por notar a correção dessas mentiras? Eu diria que pouquíssimos. É um crime que vale a pena para boa parte dos jornalistas da grande mídia.

Sim, eu disse crime. Mentir sobre o governo em canal aberto de comunicação é crime federal. Segundo o site https://www.jusbrasil.com.br/home, “dependendo do caso, o ato de produzir ou compartilhar notícias falsas podem ser caracterizados como calúnia, injúria, difamação ou divulgação de notícias falsas, aplicando-se à lei 12.891, de 2013”.

Mas quase nunca esses crimes são fiscalizados, quanto mais punidos. Os grandes jornais do Brasil lançam diariamente inúmeros ataques ao governo Bolsonaro, sem sequer pensar na possibilidade de precisar corrigir a notícia, menos ainda em ser punidos por ela. Essa impunidade viabiliza essa cretinice sem fim em que consiste a maior parte da imprensa brasileira no âmbito do jornalismo político.

Talvez estejamos muito mal-acostumados com a honestidade. Mas onde já se viu tanta mentira virar manchete, com tanta frequência e tanta normalidade? Será que não percebemos a estratégia perversa que há por trás de tudo isso? Será que não está valendo muito a pena para aqueles que propagam essas falsidades? O que sabemos é que a indústria de fake news não para por um só minuto.

Mas a verdade é que, a cada ataque, a cada mentira, a cada calúnia dita contra o governo, a velha imprensa vai aos poucos tumultuando a mente de milhares de brasileiros que tentam torcer pelo país, que tentam melhorá-lo com o suor do próprio rosto, mas acabam desacreditando mais uma vez na nossa política, como se estivéssemos sob o governo de um grupo qualquer como outros que estiveram no poder nas últimas décadas, o que é uma mentira absurda.

Mas é exatamente isso que a imprensa tenta mostrar: que Jair Bolsonaro é um político comum. Não é! Estamos vivendo o governo mais honesto da história do Brasil e eu falo isso sem medo nenhum de errar. Bolsonaro está sacrificando toda a sua vida – literalmente – pelo Brasil, e somente os mais próximos a ele podem testemunhar isso.

Cabe a nós, brasileiros honestos, patriotas, sonhadores, trabalhadores e bem-intencionados, ajudar a combater a essa podridão que se tornou a classe jornalística do nosso país, pois somos nós que pagamos por tudo de ruim que acontece em Brasília. E como se faz isso? De duas formas, bem simples: boicotando a velha imprensa e, principalmente, financiando as mídias independentes que nos agradam. Não peço aqui em nome do Conexão Política apenas, mas de qualquer mídia que você confie, goste e concorde. Financie. Essas mídias certamente precisam da sua ajuda. E só com esse trabalho de formiguinha poderemos mudar os rumos das próximas gerações, que serão nossos filhos e netos. Vamos financiar o País que queremos para eles.

O fato é que, assim como ocorre todos os dias, a mentira de hoje publicada pela revista Veja não será devidamente corrigida. É muito fácil e interessante para a imprensa veicular notícias falsas e depois dizer que o governo voltou atrás. É um golpe duplo no governo. Pura desonestidade. O leitor menos informado tende sempre a crer em uma confusão enorme, em uma “crise”, que na verdade nunca existiu. O governo Bolsonaro está cheio de “crises”, todas inventadas pela mídia. Difícil mesmo é a imprensa reconhecer os resultados do governo. Você, leitor, vê esses resultados sendo debatidos e publicados com frequência? Pois eles são muito bons e absolutamente sem precedentes na história do Brasil. Faça sua pesquisa pessoal e constatará.

Como diz um caríssimo jornalista que sigo, Paulo Briguet, Damares continuará no governo, e a imprensa dirá que Bolsonaro recuou da decisão de demiti-la por alguma pressão lá de Brasília. Canalhice? Cretinice? Mais do que isso, meus amigos, bem mais do que isso!

Deixo aqui, por fim, como sugestão, um excelente programa que tive a oportunidade de assistir hoje, do Terça Livre, acerca de toda essa questão do modus operandi da velha mídia, e de como essa estratégia adotada por eles é suja e perigosa. Meu caro amigo e seríssimo jornalista, Allan dos Santos, comenta muito bem toda essa questão. Assista, caro leitor, vale a pena.


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Católico, conservador e patriota. Estudante de medicina e amante da Verdade. Membro do Movimento Brasil Conservador no Ceará. Deus Vult!

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