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Análise

Maia, Doria e Alcolumbre, que criticaram ‘aglomeração’ das manifestações, estiveram na estreia da CNN com 1.300 convidados

Seriam eles os ‘imunes ao coronavírus’?

Raul Holderf Nascimento

Publicado

em

Reprodução | CNN Brasil

Conforme noticiado pelo Conexão Política, na última segunda-feira, dia 9, a CNN Brasil realizou sua festa de inauguração, na Oca do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

O destaque do evento foi a presença de algumas autoridades públicas.

Dentre elas, o governador João Doria; o ministro Dias Toffoli, presidente do STF; e os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre.

Mesmo com a pandemia do coronavírus no Brasil, eles fizeram questão de prestigiar o evento.

Até aí, tudo bem.

Todavia, os três criticaram publicamente o ato deste domingo, 15 de março, que reuniu milhares de manifestantes em apoio ao presidente Jair Bolsonaro.

Para os três, tanto o presidente Jair Bolsonaro, que publicou registros das manifestações nas redes sociais, como também os apoiadores que foram às ruas agiram de maneira irresponsável.

Maia e Alcolumbre, por exemplo, alegaram a grande ‘aglomeração’ nas ruas, que poderia aumentar ainda mais os casos de coronavírus no país.

Porém, os mesmos esqueceram do evento que participaram na semana passada?

Sim, o evento da CNN, reuniu 1.300 mil pessoas num ambiente fechado.

Desta forma, surge o seguinte questionamento:

Não existia ameaça do coronavírus na festa de lançamento da CNN Brasil, que reuniu tantas pessoas sentadas (coladas) uma ao lado da outra?

É assim que funciona? Dois pesos e duas medidas?

A verdade é que o povo na ruas provoca o pânico generalizado na elite política, jornalística e artística, que tentaram conter a todo custo o ato 15/03, mas sem sucesso.

As ruas ruas do país ficaram lotas. O grito de insatisfação popular ecoou forte.

O verde e o amarelo brilhou.

Pela primeira vez na história deste país, 57 milhões de brasileiros elegeram um líder conservador e, incessantemente, seguem cobrando dia nas ruas para que essa agenda seja efetivada nas decisões políticas do país.

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Professor, cristão, colunista, e redator. Amo ciências políticas, sou conservador e nordestino com orgulho.

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