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Caso Flávio Bolsonaro: pedidos do Ministério Público possuem algumas inconsistências

Ministério Público diz que Flávio Bolsonaro ‘lavou’ R$ 638 mil em compra de imóvel

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Conforme registrado pelo Conexão Política, os pedidos do Ministério Público possuem algumas inconsistências que não foram esclarecidas pelos membros da operação.

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Nesse sentido, resolvemos listar alguns pontos:

1) Pessoas que não foram nomeadas por Flávio

Existem três casos de pessoas sem qualquer vínculo político com Flávio e que foram alvo de quebra de sigilo. Todos eram funcionários comissionados no gabinete da liderança do PSL na Alerj e foram demitidas pelo próprio senador.

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2) Vencimentos de Fabrício Queiroz 

O MP equivoca-se ao comparar gastos com remunerações de Fabrício Queiroz. Os promotores consideram apenas o salário da Alerj e ignoram a remuneração que ele recebe da Polícia Militar.

3) Saques

Existe um erro na indicação do volume de saques feitos por Queiroz em dois dos três períodos apontados pela operação.

4) Laranja potencial

Os representantes do MP atribuem ao gabinete de Flávio uma servidora da TV Alerj que acumulava cargo com outro emprego externo.

5) Patrimônio

O MP equivoca-se ao falar sobre um negócio que Flávio adquiriu (um imóvel que envolve 12 salas comerciais). A promotoria fala que a compra foi feita por R$ 2,6 milhões, quando, na verdade, o parlamentar apenas deteve os direitos sobre os imóveis, que ainda não estavam quitados e continuaram sendo pagos em prestações mensais por outra empresa que assumiu a dívida.

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