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Análise

Bolsonaro sobe o tom e põe as cartas na mesa

Davy Albuquerque

Publicado

em

Isac Nóbrega | PR

As cartas estão na mesa.

Nesta quinta-feira, 14 de maio, o presidente Jair Bolsonaro subiu o tom na videoconferência que reuniu um forte grupo de empresários brasileiros.

A pauta principal visou debater o pressionamento em torno dos governadores para a reabertura da economia no país.

Bolsonaro disse que a partir de agora “é guerra”, pois muitas famílias estão morrendo de fome —assegurando que o setor empresarial não pode esperar apenas do governo Feral para resolver o bloqueio criado por prefeitos e governos. Para ele, os empresários precisam “jogar pesado” com os chefes de governo nos estados e municípios.

“Um homem está decidindo o futuro de São Paulo, decidindo o futuro da economia do Brasil. Os senhores, com todo o respeito, têm que chamar o governador e jogar pesado. Jogar pesado, porque a questão é séria, é guerra”, afirmou o presidente.

Segundo Bolsonaro, se o país não enfrentar o problema agora, herdará “um caos” sem precedentes.

“Nós temos que mostrar a cara, botar a cara para apanhar. Porque nós devemos mostrar a consequência lá na frente. Lá na frente, eu tenho falado com o ministro Fernando [Azevedo], da Defesa… os problemas vão começar a acontecer. De caos, saque a supermercados, desobediência civil. Não adianta querer convocar as Forças Armadas porque não existe gente para tanta GLO [Garantia da Lei e da Ordem]”, completou.

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Colunista político e editor-chefe do Conexão Política; Fundador do Movimento Brasil Conservador. Brasileiro com orgulho, cristão por convicção, política por vocação.

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