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O que fazer quando as respostas e soluções estão fora do universo da razão?!

Este é o 27° texto da coluna diária do Conexão Política sobre reflexões cristãs.

Alex César

Publicado

em

Reprodução | RecordTV

Quando os acontecimentos vão na contramão do que projetamos, passamos a desenhar sentimentos de frustração dentro de nós. De modo quase inevitável, temos uma grande dificuldade de compreensão e aceitação imediata. Naturalmente, vamos em busca do que deu errado, tentando descobrir causas que possam nos dar um mínimo de justificativas. Mas, nem sempre encontramos respostas por meio das nossas lógicas, especialmente, quando as causas não têm relação direta com nosso comportamento ou atitude.

Como resolver questões em que as causas foram provocadas por nós mesmos? Como encarar uma desarrumação interior que foi provocada pelas atitudes ou comportamentos de terceiros?  Ficamos desconsertados por dentro, desafiando nossa natureza humana, emoções e sentimentos.

Há dois personagens bíblicos que gostaria de comentar aqui, na perspectiva de que nos traga entendimento e compreensão, bem como alegria para seguirmos em frente.

O primeiro, trata-se do salmista Asafe, que entra em profundo conflito e desarranjo na alma ao perceber que pessoas que desprezam e ignoram a Deus têm sido prósperas economicamente — provando do melhor que essa terra pode oferecer.

“Tive inveja dos arrogantes quando vi a prosperidade desses ímpios.  Eles não passam por sofrimento e têm o corpo saudável e forte.  Estão livres dos fardos de todos; não são afligidos por doenças como os outros homens.” Salmos 73:3-5

Asafe descreve para Deus o comportamento e a atitude daquelas pessoas. E nisso somos bem parecidos. Buscamos a contra-partida em função do que damos a Deus: obediência, fidelidade e fé. Temos comportamentos que deixa evidente que nem sempre nossa relação com Deus é descomprometida dos interesses materiais próprios e pessoais. Nesse quesito, somos muito falhos. Precisamos viver nossa comunhão com Deus, buscar nossa santificação e nos doar a Ele sem que vinculemos qualquer interesse que não seja apenas demonstrar nossa gratidão e amor pelo que Ele tem feito a nós. E Asafe descreve:

“Do seu íntimo brota a maldade; da sua mente transbordam maquinações.  Eles zombam e falam com más intenções; em sua arrogância ameaçam com opressão.” (Salmos 73:7-8)

Enfim, quando ele tenta compreender o porquê isso acontece, percebeu que era algo fora da sua alçada; entretanto, quando ele resolveu compreender pela perspectiva de Deus, encontrou sentido e direção.

“Quando tentei entender tudo isso, achei muito difícil para mim, até que entrei no santuário de Deus, e então compreendi o destino dos ímpios… Quando o meu coração estava amargurado e no íntimo eu sentia inveja, agi como insensato e ignorante; minha atitude  para contigo era a de um animal irracional.” (Salmos 73:16,17,21,22) 

Outra personagem interessante, que nos apresenta a perspectiva de que o silêncio, mesmo sendo a última alternativa, quase sempre é a melhor decisão para se encontrar resposta e solução: a mulher que foi pega em ato de adultério. Quem não se lembra da mulher que foi colocada diante de Jesus para que ele desse sua opinião sobre o apedrejamento?! Enquanto Jesus se afasta para escrever algo no chão, os que acusavam a mulher, insistiram para que Ele tomasse uma decisão. Diante daquele cenário, ela permaneceu em silêncio; sem dar uma única palavra, sem se justificar, sem colocar a culpa em alguém. Sem vitimização, encontrou resposta para si, enquanto Jesus por ela agiu. O único momento em que ela quebrou o silêncio foi quando Jesus lhe fez uma pergunta, dando uma nova oportunidade dela refazer a vida, se desfazendo a conduta pecaminosa que levava.

“Mulher, onde estão eles? Ninguém a condenou? ‘Ninguém, Senhor’, disse ela.  Declarou Jesus: ‘Eu também não a condeno.  Agora vá e abandone sua vida de pecado”. (João 8:10,11) 

Assim como Asafe e a mulher desejavam encontrar uma solução, nós temos necessidade de encontrar as nossas.

Quando a resposta e/ou solução de tudo o que precisamos têm origem em Jesus, podemos ter a certeza de que jamais seremos confundidos ou frustrados, pois no Senhor não há confusão!

Segundo Romanos 12:1-21, a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável, mas nós, como seres humanos, não nos poderemos conformar com o mundo tal como ele se apresenta.

Se agir você assim, certamente haverá bom futuro para você, e no Senhor, a sua esperança não será frustrada. (Provérbios 23:18)

Ajude a evangelizar o mundo!

Pastor e Consultor de Seguro Saúde

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