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Jesus, que frio na barriga

Este é o 11° texto da coluna diária do Conexão Política sobre reflexões cristãs.

Alex César

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Uma expressão muito utilizada quando queremos traduzir a ansiedade que sentimos, a vergonha por passar por certa situação ou fortes emoções devido a algum acontecimento é: “Ai, que frio na barriga!”.

No dia 07 de janeiro deste ano, a ansiedade tomou conta de milhões de pessoas em todo o mundo após o Congresso americano certificar Joe Biden como o próximo presidente dos EUA. Muitos continuam com esse “frio na barriga”, tentando discernir como será o futuro dos Estados Unidos da América e do mundo. Outros aguardam com a mesma expectativa o dia 20 de janeiro, quando acontecerá a posse de Biden, na expectativa de Donald Trump apresentar alguma “cartada final”.

Vivenciamos fatos e acontecimentos todos os dias, mas somente os marcantes, os excepcionais e até mesmo os apavorantes conseguem gerar um “frio na barriga”.

A Bíblia é sempre muito surpreendente. Dentre tantos fatos, um acontecimento bíblico marcante na vida das pessoas foi quando Jesus, sem mais condições humanas de resistir na cruz, “entregou seu espírito”.

No exato momento em que ocorreu esse episódio, as pessoas que ali estavam puderam sentir um “fio na barriga”. Certamente, após aqueles acontecimentos, ninguém deve ter sido a mesma pessoa:

“Depois de ter bradado novamente em alta voz, Jesus entregou o espírito… A terra tremeu, e as rochas se partiram.  Os sepulcros se abriram, e os corpos de muitos santos que tinham morrido foram ressuscitados.  E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos.  Quando o centurião e os que com ele vigiavam Jesus viram o terremoto e tudo o que havia acontecido, ficaram aterrorizados e exclamaram: ‘Verdadeiramente este era o Filho de Deus!’”. — (Mateus 26:50-54) 

Imagino que, de alguma forma, aquelas pessoas viveram momentos apavorantes. Momentos em que o “frio na barriga” deve ter durado uma “eternidade”. Devido as situações da vida, sempre que nossos níveis de ansiedades estão extrapolados, se nos apegarmos ao Senhor, Ele vem!

Quando Jesus percebeu que Maria Madalena, Salomé e Maria, mãe de Tiago, corriam “amedrontadas” (Mateus 28:8), “tremendo e assustadas” (Marcos 16:8), logo após terem recebido a notícia de que aconteceu a ressurreição, Ele foi ao encontro delas. Ali, elas puderam abraça-Lo e ouviram dEle: “NÃO TENHAM MEDO”.

Quando o “frio na barriga” é grande, ouvir a voz dAquele que ressuscitou, nos aliviando da descarga do medo e da ansiedade, é tudo o que desejamos. Diante de todos os problemas que assolam nossas vidas, mesmo os últimos acontecimentos sobre ‘Trump e Biden’, ainda que envolvam o destino do mundo, nós podemos ter a certeza de que tudo está sob o controle dEle; e que, nem nós e nem ‘eles’, podemos “acrescentar uma hora que seja” às nossas vidas”!

“Observem as aves do céu: não semeiam nem colhem nem armazenam em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta. Não têm vocês muito mais valor do que elas?  Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida?”. (Mateus 6:26-27)

Ajude a evangelizar o mundo!

Pastor e Consultor de Seguro Saúde

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