Deputado Robert Pittenger exorta congresso a investigar Barack Obama

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O deputado republicano Robert Pittenger está exortando o congresso dos Estados Unidos a investigar a validade do relatório do Político alegando que a administração do Ex-Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, bloqueou uma investigação importante sobre as operações de tráfico de drogas do Hezbollah.

“Essas revelações são chocantes e enfurecedoras”, disse o congressista da Carolina do Norte a Fox News. “Enquanto os soldados americanos lutaram bravamente contra os terroristas do ISIS, com alguns pagando o preço final, o governo Obama teria protegido os terroristas do Hezbollah que estavam se financiando traficando drogas ilegais”.

O exposto, publicado no domingo, informou que o ex-presidente Barack Obama bloqueou os esforços da Agência de Controle de Drogas dos EUA, a fim de garantir que o Irã assinasse o acordo nuclear de 2015 (assinado em Viena).

Assinatura do controle de programa nuclear do Irã. Barack Obama e Hassan Rohani. Fonte: http://f.i.uol.com.br/folha/mundo/images/1508295.jpeg

A US Drug Enforcement Administration lançou o Projeto Cassandra em 2008 para acompanhar a operação de crime de grande escala do Hezbollah, respaldada pelo Irã, que valia US$ 1 bilhão anualmente.

De acordo com o relatório, o Departamento de Justiça dos EUA recusou-se a apresentar acusações contra os jogadores envolvidos.

“A administração também rejeitou os esforços repetidos dos membros do Projeto Cassandra para cobrar a ala militar do Hezbollah como uma empresa criminosa em curso sob um estatuto de extorsão federal de estilo mafioso, dizem os membros da força-tarefa”, de acordo com o relatório Político.

Além disso, o relatório afirmou que a administração bloqueou o Projeto Cassandra de receber uma série de ferramentas legais que os ajudaram a deter as atividades ilegais de Hezbollah.

O presidente do partido Yesh Atid, Yair Lapid, chegou a dizer, em tom de revolta, que “Obama deve devolver o Prêmio Nobel da Paz” se a história estiver correta. Além de Lapid, outros políticos israelenses pedem para que Obama se pronuncie após a exposição do seu nome. 

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